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segunda-feira, outubro 24, 2016

Woody Allen, volta a não desiludir-me

Se estreia um filme do grande Woody Allen é certo e sabido que os meus pés, e toda a minha pessoa, se encaminham para uma sala de cinema asap. E foi o que aconteceu este fim-de-semana. O filme estreou na quinta e no sábado, pelas 19h, já eu estava sentadinha na sala 1 das Amoreiras com a minha Amiga S. E foi tudo aquilo que gosto neste realizador. Desde a narração, às interpretações, ao glamour e, obviamente, ao humor sarcástico e negro a que nos habituou. Em alguns casos até acho que poderia ter exagerado um pouco mais, mas isso sou eu que sou fã de bom humor negro. Do muito bom mesmo. Rasgo-me em gargalhadas. 
Depois há a banda sonora que é para lá de boa, porque é jazz daquele que eu gosto. Há uma versão instrumental do That's Why The Lady is a Tramp, que passa de quando vez pelo filme, que é qualquer coisa de deliciosa.
Portanto, o meu Woody está a voltar a si próprio e à sua essência e isso agrada-me e muito. Que aquele Vicky, Cristina, Barcelona e aquele Match Point só serviram para me tirar do sério. E, acreditem em mim, ninguém quer que eu seja retirada do sério. Ninguém mesmo! Posto isto: ide ao cinema que não vos ireis arrepender.


Mais info aqui.

Saudações (cinéfilas) virtuais

quinta-feira, setembro 29, 2011

Midnight in Paris

É o mais recente do grande Woody Allen. digo "grande", porque é um dos meus realizadores preferidos de todos os tempos. De todos os filmes dele que vi só não gostei da "Vicky-que-foi-ca-Tininha-a-Barcelona", porque roçava demasiado o estilo Almodovar e deste não gosto mesmo (vá que lá se escapou com o "Fala com Ela", mas sem grandes preferências). Mas, voltemos ao Midnight in Paris que me prendeu desde o primeiro segundo até ao último; aproveito para avisar que os primeiros dopis/três minutos são absolutamente deliciosos para quem conhece a Cidade da Luzes. A história é improvável e só poderia sair da cabeça deste realizador: uma viagem no tempo que é também uma viagem ao interior de alguém que se (re)descobre. Podemos não (re)conhecer todos os personagens, mas as ligações são todas perceptíveis e enquadram-se em toda a história de uma forma coerente. Uma útima palavra para Owen Wilson que desempenha o papel de uma forma brilhante assemelhando-se muitas vezes ao realizador, que encontrou assim uma forma de entrar no filme sem entrar. Fã assumida, como já referi, deste realizador sai do cinema satisfeita e feliz com mais este encontro.
Saudações virtuais

quarta-feira, março 03, 2010

O meu reencontro com Woody Allen

Já foi há algumas semanas, duas... vá... no máximo três. Sessão da meia-noite, outro reencontro bom. Sempre gostei destas sessões: mais calmas, sem confusão e com tempo; uma espécie de prolongamento do dia.

Voltemos ao primeiro reencontro deste post. Chama-se Whatever Works e é o regresso de Woody Allen a Nova Iorque depois de uma passagem (desnecessária, digo eu; brlhante, dirão os especialistas; mas aqui conta é a minha opinião) pela Europa. O que posso eu dizer deste filme? GENIAL! Como este mestre nos mostrou desde sempre. Um fantástico entrelaçar de histórias e uma mostra de que nunca é tarde para nada na vida, porque Tudo Pode Dar Certo (título do filme em português). O importante é experimentar e arriscar e podemos descobrir-nos e viver uma vida mais plena e muito, mas muito mais feliz.

Uma nota final para o Boris, o personagem principal, que é uma réplica perfeita de Woody Allen. Aliás, o realizador não teria feito melhor, tendo em conta que a cópia está perfeita. Vale mesmo a pena ver este filme, mesmo muito! Ah, é verdade e o discurso directo para a audiência: BRI-LHAN-TE! Eu, por mim, tenciono repetir!

Saudações virtuais

Ficha Técnica in Público-CineCartaz

Tudo Pode Dar Certo
Título original: Whatever Works

De: Woody Allen

Com: Larry David, Adam Brooks, Lyle Kanouse, Evan Rachel Wood

Género: Comédia

Classificacao: M/12

EUA/FRA, 2009, Cores, 92 min.

Boris Yelnikoff (Larry David) é um génio da física que sofre de insatisfação crónica e desprezo pelo género humano. Depois de perder a mulher num divórcio, um prémio Nobel e de quase ter perdido a sua própria vida numa tentativa de suicídio mal sucedida, resolve dar largas à sua misantropia e isolar-se numa pequena casa na cidade de Nova Iorque. Um dia encontra à sua porta Melody (Evan Rachel Wood), uma jovem fugitiva do Mississípi, cuja inocência e alegria de viver contagiante contrastam com o cinismo do cientista. Com o passar do tempo a doce rapariga instala-se em sua casa e invade a sua vida, preenchendo todas as lacunas do insatisfeito Boris. As suas vidas parecem perfeitas até ao dia em que os pais dela resolvem aparecer e revolucionar tudo à sua volta...


Uma comédia romântica sobre os encontros e os desencontros amorosos, que marca mais um regresso de Woddy Allen.

PÚBLICO