quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Uma foto por dia #041 - Friends football day

Companheirismo

Saudações virtuais

Auto-censura :-(

Apetecia-me escrever sobre determinado assunto, mas sei que vai cair mal e magoar algumas das minhas pessoas. Conclusão? Guardo a minha opinião para mim. Tudo em nome da amizade e, em parte, do bem parecer. Não posso magoar os outros e a minha factura chama-se: silêncio. De qualquer forma sei que penso que não, não e não. Às vezes, termos leitores conhecidos é um lápis azul .Bolas!!!

Saudações virtuais


quarta-feira, fevereiro 02, 2011

sexta-feira, janeiro 28, 2011

Hereafter, de Clint Eastwood

Não sou dada à temática deste filme; não porque acredite ou deixe de acreditar nestas coisas. Na realidade não tenho opinião formada acerca do assunto, ainda assim, e depois de confirmar que o filme não metia nem monstros nem fantasmas, lá fui ao cinema para assistir à película. Pois bem, poupem-me! Era aquilo? Tanto falatório para isto? Não tem nada de novo e não surpreende em nada. Tempo perdido foi o que foi. O Clint Eastwood poder-se-ia ter esforçado um pouco mais, não? Digo eu e a minha opinião vale o que vale: nada!

Há que dizer que a única coisa de que gostei mesmo no filme foram as cenas passadas em Londres, pois pude rever alguns dos meus locais de eleição. Isso sim valeu toda a pena e mais alguma. De resto, nem o facto de ter o Matt Damon me fez mudar de opinião e o que eu gosto do Mattzinho (somos íntimos).

And that's all folks!

Saudações virtuais

Ficha técnica aqui


Uma foto por dia #028 - The Arch

Perspectiva de Lisboa

Saudações virtuais

terça-feira, janeiro 25, 2011

Uma foto por dia #025 - Troubled waters

Barragem de Castelo de Bode, Tomar, Portugal

Saudações virtuais

Mãe Coragem e os seus filhos, de Bertolt Brecht, no CCB

Sinto-me uma privilegiada, porque, nos idos de 1987, tive o prazer de ver este mesmo texto numa encenação clássica com a Srª Dª Eunice Muñoz como protagonista, ainda nos seus tempos aúreos e ainda sem auricular. Nessa altura o elenco era de luxo e a inesquecível filha "construída" pela Irene Cruz é, de facto, uma memória única. Há 24 anos assisti à peça no Teatro Nacional D. Maria II, mas a estreia tinha sido em 1986 no Teatro Aberto.

Ontem revi o texto e a peça numa encenação completamente diferente: mais moderna, com recurso a audiovisuais e com um cenário mais minimalista. Confesso que não é a minha onda, sou muito clássica nestas coisas. Gosto de teatro clássico (apesar de ver algumas coisas mais arrojadas, porque faço experiências e, na maioria das vezes, não gosto), adoro ballet clássico (não suporto dança contemporânea; Olga Roriz??? Poupem-me, sim? Agradeço!) e sou uma apreciadora de ópera com encenações clássicas e poucas inovações (sim, sei do que falo e poupem-me também). Isto tudo para dizer que ontem gostei da peça, mas não achei a encenação extraordinária e, em algumas partes, foi mesmo incompreensível a decisão do encenador, João Garcia Miguel; como eu gostava de falar com ele para tentar perceber algumas opções. O Teatro devia dar-nos esta opção: no final uma conversa sobre a peça com os actores, seria uma experiência ainda mais enriquecedora. Quanto às interpretações tenho que destacar a protagonista: Custódia Gallego; gosto do trabalho desta senhora e já não é a primeira vez que a vejo sobre as tábuas do palco. Muito bem, como sempre; não desilude. Os restantes actores também estão muito bem.

Aconselho o espectáculo a todos, porque vale sempre a pena ir ao teatro. Até ao próximo dia 30 passem pelo CCB e vejam esta peça; as informações estão todas aqui.

Para se contextualizarem no texto nada como ler a sinopse das palavras escritas por Brecht nos tempos da Segunda Guerra Mundial.

Saudações virtuais

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Murro no estômago

Estou em choque!

Puta da Morte!!!

A última vez que estive com o Daniel foi num encontro casual no SPSR, há dois anos. Houve uma altura em que convivemos bastante. Terei sempre muitas memórias de jantares e bons momentos que passámos juntos e com outros amigos. Haverá sempre as memórias de um drácula de capa negra no Carnaval de 2004, comemorado aqui em casa, alguns meus aniversários onde esteve presente e tantos outros momentos. Tenho várias fotos tuas cá por casa e, por acaso, há pouco tempo em arrumações de pastas, neste computador de onde escrevo, deparei-me com elas. Era um apaixonado pelo jornalismo, tinha como lema de vida "Viver é respirar o mundo". Parou de respirar na quarta-feira, tinha 46 anos, e uma vida inteira pela frente. Descansa em paz, Daniel!

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Uma foto por dia #021 - Reflections

Reflexos sobre a água

Saudações virtuais

segunda-feira, janeiro 17, 2011

Uma foto por dia #017 - Landscapes 001

Verde até perder de vista - Castro Verde, Alentejo, Portugal

Saudações virtuais

15 mil euros


As estatísticas são um mal necessário, levadas da breca e, ouso dizer, lixadas. A capa do Correio da Manhã de hoje tem no canto superior direito uma notícia que não passa de mais uma vítima das malvadas estatísticas. Assim de repente, devo uma quantia que nem tenho e que me dava tanto jeito ter, não para pagar uma dívida que não contraí, mas para realizar alguns projectos de vida que, ainda por cima, seriam bons para a economia nacional. Ele há coisas que nos deixam a pensar, não há?

E para que conste: eu não devo nada a ninguém, ok?

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sábado, janeiro 15, 2011

Uma foto por dia #015 - At the theatre

A minha amiga Paula em palco, no papel de Pôncia

"A Casa de Bernarda Alba", de Llorca, pelo Teatro Som das Letras @ Teatroesfera, Queluz-Masamá

Saudações virtuais

Lies


"Sometimes lies are good.

Sometimes they are not lies, they are love."

Violet, Private Practice, "Can't Find My Way Back Home", Season 4, Episode 9

quarta-feira, janeiro 12, 2011

terça-feira, janeiro 11, 2011

Uma foto por dia #011 - The return of the sun



Hoje o sol voltou a brilhar

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"Assim Também Eu"

Já aqui manifestei o meu gosto pelo teatro: como espectadora e como "quase-actriz" (mas esse é um assunto que não cabe aqui agora). Pois este ano já me iniciei nas lides do teatro, como espectadora, claro está. E aconselho vivamente a peça que fui ver. Chama-se "Assim Também Eu" e é interpretada por Simão Rubim, Vanessa Agapito e João Marta. Os três compõem a Nós Mesmos, a mais recente companhia de teatro criada pelo actor Simão Rubim (se o nome não vos é estranho é, precisamente, porque ele esteve mais de 10 anos à frente do elenco de "As Obras Completas de William Shakespeare" na Companhia Teatral do Chiado, em Lisboa).

A peça é um workshop de representação muito divertido e onde até se aprende alguma coisa. Os três actores estão muito bem num texto cheio de boa disposição e muito, muito humor! Se se querem divertir não percam, mas nada melhor do que os intervenientes para vos apresentarem esta peça: ora cliquem aqui e prestem atenção.

Aproveito ainda para parabenizar o arrojo e a audácia de criarem um grupo de teatro numa altura em que as palavras "crise" e "desânimo" estão tão em voga e são demasiadamente utilizadas. Correr atrás de sonhos e realizá-los é, de facto, um acto de coragem e de louvar.

Agora apressem-se, visitem o site da Nós-Mesmos, registem-se (ou não) e façam as vossas reservas. Depois no dia marcado, sentem-se nos vossos lugares e preparem-se para algo nunca visto, mas muito, muito divertido. No final, quem sabe, não têm a mesma sorte que nós e conseguem um momento com todo o elenco para mais tarde recordarem.

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sábado, janeiro 08, 2011

Uma foto por dia #008 - Dinner with friends :-)))

Estava excelente!

Saudações Virtuais

No meio da trovoada da madrugada*...

(1945-2011)

... uma notícia provoca o choque e o horror. O jornalista Carlos Castro, de 65 anos, foi brutalmente assassinado em Nova Iorque. Há um suspeito já detido para interrogatório. Não era que o tipo de jornalismo feito por este senhor fosse das minhas preferências, mas choca-me e incomoda-me a forma brutal e cruel como o ser humano (independentemente de quem tenha sido) trata o seu semelhante. Choca-me em todas as circunstâncias e não apenas quando se trata de pessoas conhecidas. Mas estes casos têm mais projecção mediática e, por isso mesmo, criam uma maior onda de comentários e reacções. Fica o trabalho de um homem de causas que sempre defendeu as suas opiniões e as suas crenças de uma forma natural e sem medos. Descanse em paz, Carlos! :-(

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* São 6 da manhã de sábado 8 de Janeiro de 2011.

Notícia aqui

sexta-feira, janeiro 07, 2011

Uma foto por dia #007 - About Love... or not...


"Amar es tener la capacidad de

Reconocerse en una mirada areja

Quando um amor acaba

No hay que llorar por ele

Sino celebrar que se hay vivido."

* Peço desculpa pela qualidade da imagem, mas não consegui melhor. A Nicola voltou e mais uma vez vai arrasar.

Saudações Virtuais


Este não é um photo-blog


A falta de tempo e a vontade de continuar a manter o blog fez-me recorrer a outra das minhas mais recentes paixões. Bem sei que estas primeiras fotos não são nada de especial, mas marcam momentos que para mim têm sido bons e agradáveis.

Os meus três leitores habituais estão acostumados a balanços do ano e este ano nem para isso tive tempo e nem paciência. No entanto, posso resumir 2010 em poucas palavras. Foi um ano simpático, melhor do que os anteriores e eu já merecia um ano tranquilo e com ciclos a fecharem-se. O mais importante que voou para não mais voltar relaciona-se com um cogumelo envenenado que habita num IC perto de muitos de nós. Livrei-me para sempre de gente mal formada, egoísta, burra e sobretudo mal, muito mal educada. Foi o alívio do ano! Há mais coisas positivas, bastantes, felizmente. O FB devolveu-me amigos que tinha perdido no tempo num regresso que prova que a AMIZADE VERDADEIRA nunca se perde. Em termos profissionais as coisas não correram mal e prevê-se que continuem a correr pelo melhor. Nunca esquecendo os grandes momentos passados entre amigos que são sempre o meu deleite e o melhor anti-depressivo de sempre. E em família? Em família também tudo corre de feição e bem; que maravilha!!! E depois há os muitos concertos a que fui: O grande Rui Veloso ( muito houve este ano deste grande senhor!), a estreia num da Mafalda Veiga (que adorei!), outra estreia com Alicia Keys (que continuo a preferir ao piano) e entre muitos outros o fantástico e fenomenal Michael Bubblé (tinhas de estar noivo, tinhas? lol). 2010 foi um bom ano e eu gostei de por lá ter passado. Foi o ano em que cheguei aos “entas”. 40 já cá cantam e, em jeito de resumo, muito felizes têm sido apesar dos maus bocados, mas viver é isso mesmo, certo?

Agora avancemos neste Vinte Onze que muito promete e no qual há que trabalhar a dobrar ou a triplicar a fim de contrariar a tendência depressiva e baixo astral que tão apregoada tem sido. A todos vocês (os três, claro) um grande ano com muitos momentos bonitos, bons e fantásticos!

Saudações virtuais