quinta-feira, março 01, 2012

"Florbela" de Vicente Alves do Ó

É o mais recente do realizador português e é também um filme intenso, com diálogos fortes e poderosos e frases marcantes que nos tocam nas entranhas e nos sentidos; que nos desarmam, que nos fazem esboçar um sorriso, que nos comovem e que nos fazem chover. Vivemos quatro dias marcantes da vida da poetisa Florbela Espanca, quatro dias que alteraram a sua vida para sempre e que nos mostram a intensidade com que vivia e como viveu sempre. A sua relação com o irmão, Apeles, talvez uma das mais incompreendidas de sempre é abordada de uma forma real, verdadeira, pura e dura. Contudo, deixa perceber tanto e de um forma tão cruel e ao mesmo tempo subtil e delicada. Será um retrato do amor no seu estado mais puro?
É um filme com sensiblidade, amor, dor, amizade; todos vividos e sentidos ao máximo como todos os sentimentos devem ser sentidos. Comovente e doloroso, mas bonito, muito bonito. Fotografia, luz, planos, interpretações, música, guarda-roupa; tudo está perfeitamente encaixado no Portugal de 1927 que em alguns pontos se parece tanto com o Portugal de 2012. 
Um elenco de luxo dá vida a personagens misteriosas, loucas, espanpanantes, provocadoras, amorosas, desesperadas, amadas (ou não); Albano Jerónimo e Ivo Canelas são os homens da vida de Florbela. Florbela é Dalila Carmo que se confirma como uma atriz de excelência com um desempenho fantástico e comovente.
Há detalhes de realização sublimes e deliciosos; há o glamour do cinema e a arte de quem faz filmes de forma apaixonada porque de forma apaixonada vive o cinema e a arte de o fazer.
Estreia no próximo dia 8 de março em todo o país e é obrigatório assistir. 

Trailer


Teaser
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Ficha Técnica

Florbela


quinta-feira, fevereiro 23, 2012

Zeca, sempre!

Assisti a vários concertos dele e assistiria a muitos mais, assim fosse possível. Um verdadeiro poeta, um excelente autor e um amigo. Foi-se há 25 anos...
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quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Dos blogs

Não gosto de blogues que não têm uma lista de blogues de outros autores. A mim parece-me que estão a anunciar que são os reis ou as rainhas da cococada e que eles é que são bons; que se chega ali e chegámos ao supra-sumo da blogaria e que melhor não há. Eu gosto de descobrir novos blogues, gosto de encontrar novos locais de leitura e de ir aos primórdios de um blogue e lê-lo todo de um fôlego só. Gosto de saltar de blogue em blogue, qual elefante de nenúfar em nenúfar, até encontrar "O" blogue. Ultimamente não tem acontecido, ultimamente a blogosfera não me tem surpreendido. Tenho pena e tenho saudades...
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sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Em modo: madrinha babada

Hoje estou de babby-sitter à minha afilhada mais nova, cujos pais foram sair e namorar como convém. Depois de jantar e enquanto ela se entretia com os jogos do meu iTelefone aconteceu este diálogo:
Eu - Princesa, emprestas o Magalhães à madrinha para ir à net? 
Princesa - Oh Madrinha não precisas de pedir, podes usar sempre que queiras sem perguntar!
Agora enquanto ela dorme eu posso estar aqui a bloggar e a facebookar à vontade. :DDD E é assim que nasce o meu primeiro post todo ele saído de um Magalhães.
Saudações virtuais

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

Blogue Maravilhoso

Foi assim que este cantinho foi classificado pela Su do Depois dos 35.  Eu agradeço a distinção e cumpro as regras do desafio. Sei que tinha decidido não aceitar mais desafios destes, mas resolvi alterar esta opinião. :-)


   :



1. Dizer quem criou : Marcela Maia - Deixa a Alma Falar;

2. Dizer quem mandou: Su do Depois dos 35;
3. Responder às perguntas:
  • Quantos anos tens? 42
  • De que cor são os teus olhos? Castanhos escuros
  • Alguma vez desejaste morrer? Não
  • De 0 a 5 que importância tem o blog na tua vida? 4
  • Quanto tempo de vida tem o teu blog? Meia-dúzia de anos.

** Diário de um Anjo

** Rita Batata Frita


Sintam-se desafiadas, meninas!



Saudações virtuais



No limite

É exatamente como estou: no limite. Das forças. Da compreensão. Da paciência. Da vontade. Da boa-vontade. De estar com as pessoas. De estar sem as pessoas. De tudo. Mas, fundamentalmente, estou no limte das lutas com o Universo e dos pensamentos positivos. Estou cansada. Tenho tanto para fazer e vontade nula. Amanhã é outro dia e enfren-tá-lo-ei com as mesmas forças de sempre, porque os limtes são para ser ultrapassados e eu vou ultrapassar mais este.
Saudações virtuais

domingo, fevereiro 12, 2012

Perdeu-se uma grande voz

Fiquei chocada com a notícia, confesso. Gosto das músicas e da voz da Whitney, e falo no presente porque as suas músicas são eternas e poderemos ouvi-las sempre, e não são raras as vezes que volto a elas. Fico triste por se ter calado uma das melhores vozes do mundo, mas isto acontece a quem anda demasiado perto do abismo. Um dia não se dão conta, dão o passo em frente e, infelizmente, acabam com tudo, desperdiçando a própria vida que, na maior parte dos casos, ainda é jovem e tem tanto para dar. No caso da Whitney ficam canções eternas com interpretações notáveis.

E o eterno...
Saudações eternas, Whitney, e obrigada

Saudações virtuais

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Ainda estou incrédula!!!

Há cerca de duas horas fui abastecer o meu "suspiro" que tinha acabado de entrar na reserva. Por ser hora de jantar achei que havia de estar pouca gente no posto low-cost que fica aqui mais perto e, foi bem pensado porque, o meu pensamento confirmou-se.
E lá cumpri o meu ritual: aguardei a minha vez - felizmente só tinha um carro à minha frente e estava a abastecer -, avancei na altura certa, sai do carro, dirigi-me à bomba, fiz a pré-marcação do valor que queria gastar, peguei na pistola - não para matar ninguém; se bem que... já vão perceber - e lá comecei a dar alimento ao "suspiro". Enquanto o fazia lá comecei a olhar em meu redor, como é meu apanágio, e foi aqui que tudo aconteceu e que fiquei incrédula até agora. Olho para o carro que estava em espera na fila ao lado, que tinha um pouco do vidro aberto, e vejo a fulana - termo demasiado simpático para o caso -, que estava sentada no lugar do pendura, muito calmamente tirar um cigarro da boca, deitar a cinza pelo pedacinho de janela que estava aberto e voltar a colocá-lo na boca. É como vos digo fiquei e permaneço incrédula sendo que na altura estremeci, mas tive a rapidez de reação para dizer:
- Olhe, desculpe, mas a senhora não pode estar a fumar aqui, isto é uma bomba de gasolina. Eu estou incrédula, esta gente não tem consciência nenhuma...a fumar num posto de gasolina (e toda eu tremia e continuei a falar).
A fulana olhou para mim com um ar displicente, colocou o bracinho para dentro e nem uma nem duas e acabou de fumar lá dentro. O senhor que estava no carro à frente do dela quando me ouviu olhou e ficou de boca aberta de estupefacção, penso eu! Eu olhava à minha volta e lá estava o sinal "proibido fumar", mas, caramba, numa bomba de gasolina é senso comum, certo? E como ela não fechou o vidrinho eu continuei o meu discurso "gente irresponsável... não pensam... capaz de mandar isto tudo pelos ares... está tudo doido... fumar numa bomba de gasolina... onde é que já se viu?... mas que bestas..." and so on and so on... Fui a reclamar até ao pagamento e fiz queixa à senhora da caixa que logo me perguntou onde estava o carro e que ia lá mandar um segurança.
No caminho para casa passei o tempo todo a praguejar com a falta de consciência das pessoas. Eu posso dizer que a morte hoje passou-me ao lado, porque, de facto, foi o que aconteceu. Foi uma sorte e católica como sou pensei logo "Deus Nosso Senhor, pôs-me a mão por baixo, felizmente" ou caso contrário não estaria aqui a narrar-vos este episódio. 
Ainda estou incrédula!
Saudações virtuais

Às vezes, só às vezes...

... gostava que percebessem que o estado de espírito da minha Alma não coincide com aquele que demonstro. Porquê? Porque nem sempre há razões para sorrir, mas há sempre  vontade de manter um espírito positivo e bem-disposto.
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terça-feira, fevereiro 07, 2012

Mente, Monumentalmente!!!

O vosso março pode ser tão mais divertido: basta escolherem uma data e assitir a este espetáculo! Não se vão arrepender! Se não são de Lisboa tentem saber, pelos contactos, como levar o Mente Monumentalmente até às vossas cidades. Mais informações aqui ou aqui.

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segunda-feira, fevereiro 06, 2012

The Muppets - Os Marretas, o filme (2011)

Quem anda pelos 40, assim como eu, só pode ter boas memórias d'Os Marretas; eram uns valentes de uns serões de domingo que se passavam na companhia destes personagens. Eram serões familiares deliciosos. Depois da série de tv e de dois filmes perdidos nos anos 80, do século XX, eis que no ano passado Os Marretas regressaram ao grande écran, mas apenas no estrangeiro; algo que não entendo e acho incompreensível. Contudo o importante é que, entretanto Os Marretas, aterraram por cá e em dia de estreia lá fui reencontrar-me com estes velhos e bons amigos. E novidades? Bem, diverti-me como há muito não me divertia no cinema. Rever aqueles personagens fantásticos que me acompanharam na infância foi simplesmente delicioso. Da Miss Piggy ao Kermit passado pelo Fozzie pelo aninal e o inesquecível cozinheiro sueco tudo correu melhor que o previsto. Vi a versão original com as vozes a ue estou habituada desde sempre e delirei; confesso que chorei a rir e também de comoção. Valeu a pena a espera!!! Recomendo vivamente a todos; foram dos 111 minutos mais bem passados da minha vida.
Uma palavra de agrado para a curta que passa antes do filme: muito boa!!! Os personagens do Toy Story num mini-argumento delicioso.
Saudações virtuais

Mais info aqui.

domingo, fevereiro 05, 2012

Meia dúzia

Quando comecei a escrever por aqui fi-lo porque gosto de escrever; porque escrever é a minha profissão; porque até sei, deixemo-nos de falsas modéstias, que escrevo bem e porque aqui, num espaço que é meu e onde só eu decido, posso, ou poderia, estar confortavelmente instalada a escrever sobre o que me apetecesse, quando me apetecesse e dando o meu ponto de vista tal e qual o penso e defendo. 
Após ter criado o blog enviei para alguns amigos, mais chegados, o respectivo link para começar a ter os meus primeiros leitores. E sei, porque nem precisaram de mo dizer, que também eles o enviaram para amigos deles e por aí fora. Na minha qualidade de leitora de blogs comecei a comentar aqui e ali e criar eu própria a minha lista de favoritos: alguns listados aqui do lado direito e outros devidamente arrumados na pasta de favoritos do Firefox. E de repente cresci como blogger e como leitora dos mesmos. Nunca fui uma blogger daquelas com muitos leitores, mas também não foi isso que me incentivou para esta aventura, as razões para isso estão explícitas no primeiro parágrafo deste texto e no primeiro post deste blog: aqui

Aqui tenho desabafado e escrito sobre o que me dá na real gana. Contudo, a verdade é que há medida que fui sabendo que tinha mais leitores e que muitos deles são meus conhecidos e amigos fui refreando os temas da escrita e foi essa, sem dúvida, a principal razão que me levou a ir deixando de escrever aos poucos. Burrice, eu sei; mas aconteceu. A verdade é que vai deixar de acontecer, porque como costumo dizer "quem não gosta bota no cantinho do prato" ou clica ali na cruzinha que se encontra no topo superior direito do monitor. 
Aos poucos tenho regressado e aos poucos tenho reencontrado o meu espaço na escrita e na forma como escrevo. Vou continuar por aqui, porque aqui me sinto bem, porque por este espaço tenho um carinho especial enorme. 
Posto isto e os autos e as pulgas aos saltos: Comemoremos, hoje, os seis anos que trouxeram o Monólogos & Diálogos ao mundo com alegria e muita inspiração.
Saudações virtuais

sábado, janeiro 28, 2012

Há dez anos...

... por esta hora (13h00m) o meu coração diminuía a cada hora, minuto e segundo que passavam. O meu pai estava no hospital para ser submetido a uma intervenção cirúrgica. Não uma qualquer: ao coração, aquele que é o nosso órgão principal e que se falha nos leva tudo. 
O chão tinha-me sido retirado, precisamente, uma semana antes quando, ao chegar de uma noite com amigos, tinha várias chamadas e mensagens da minha mãe no telemóvel. Eu tinha estado num local sem rede e não ouvi nenhum aviso. A primeira mensagem gelou-me todinha, por dentro, por fora, por mim toda: "Vem ter com a mãe ao hospital. O pai sentiu-se mal e estamos aqui à tua espera". A minha vida parou e o meu cérebro não conseguia raciocinar. Há momentos que não esquecemos. A minha amiga SLR prontificou-se logo a levar-me e acho que nunca ela conduziu tão depressa como naquele dia. Quando chegámos encontrei os meus padrinhos que tinham ido com a minha mãe que estava "lá dentro". À pergunta: "O meu pai?" responderam-me "Tem calma, a mãe está lá dentro e ainda não sabemos nada. O pai dizia que era no coração, que tinha uma impressão e veio de ambulância". Fui gelando cada vez mais, estavam ali há duas horas e ninguém sabia nada. Estivémos algumas horas sem qualquer diagnóstico, entretanto a minha mãe veio falar connosco, e nada, era sempre nada. Quando às seis da manhã nos disseram para ir para casa descansar ainda não havia diagnóstico definitivo e a angústia era enorme e o chão continuava a não estar lá para nenhuma de nós as duas. Não descansámos, não dormimos, não nada. Tomámos um banho, mudámos de roupa, comemos qualquer coisa e voltámos para o hospital. 
Quando três pessoas são unidas como nós, quando o sentido de família é vivido como nós o vivemos, deixar um no Hospital é ficar sem saber o que fazer, nem sequer como beber um copo de água, era um bocado de nós que lá estava e a falta era muita. E o não ter diagnóstico dava uma incerteza dolorosa. Regressámos, falámos com o médico, Daniel Ferreira (ainda hoje o cardiologista do meu pai), e já havia diagnóstico: enfarte do miocárdio. Tinha de ser operado, ia fazer um bypass e depois tudo ficaria bem. a operação estava já marcada para dali a uma semana, o dia que se comemora hoje.
Estávamos todos nervosos, nós e os amigos, afinal o coração é o coração. Tentámos das mais diversas formas distraí-lo e distrairmo-nos, mas quando o mundo parece estar a desabar até a mais pequena distração é forçada. Aguentámos o dia e demos ao pai toda a força do mundo, enquanto nos consumíamos por dentro e encontrávamos forças sabe Deus onde. Confesso que, provavelmente vencida pelo cansaço de uma semana angustiante, adormeci durante a operação e acordei quando a enfermeira nos veio dizer o que mais queríamos ouvir: "Podem ficar tranquilas; correu tudo bem; o Professor Fragata já vem falar convosco. Daqui a pouco uma colega já cá vem para que as senhoras possam ir ver o marido e pai. Mas estejam descansadas". E respirámos de alívio e chorámos de alegria e abraçámo-nos muito e, até acho, que descomprimimos um pouco. E depois fomos visitá-lo e apesar de não puder falar, devido aos tubos, estava ali e sabemos que nos ouviu, porque reagiu e percebeu que éramos nós a falar com ele. Estávamos todos aliviados e muito mais felizes. A recuperação passava por uma semana de hospital e eu visitava-o  diariamente enquanto a minha mãe passava dia e noite com ele. Todos os dias víamos melhoras e hoje aqui estamos os três ainda felizes e a comemorar o dia em que nos fortalecemos ainda mais, o dia em que ficámos ainda mais próximos, se é que isso é possível.
Hoje comemoramos, estamos em festa e celebramos a vida. Damos-lhe um valor muito maior e estamos conscientes disso. O mais importante é que ainda estamos juntos e assim estaremos por muito mais tempo. O chão regressou e cá tem estado para nos amparar e não nos deixar cair. Hoje estou feliz e sei que todos os dias amo estes dois cada vez mais com todas as minhas forças. 
Saudações virtuais

quinta-feira, janeiro 26, 2012

O dístico (2)


Lembram-se disto? Pois bem, todos os dias, quando chego a casa, coloco um talão provisório no tablier do carro no qual está a indicação de que aguardo o respectivo dístico para colocar no meu “suspiro” (petit-nom que, como sabeis, dou à minha viatura). E todos os dias penso de mim para “comim” que tenho de ir levantar o famoso autocolante que me permitirá estacionar na freguesia onde resido, nos locais reservados a residentes, sem ter qualquer custo enquanto ali permaneço, contudo, também me lembro sempre que a funcionária da Câmara me disse que mo vinham entregar a casa. Portanto, essa esperança e o meu esquecimento impedem-me de me dirigir ao parque de estacionamento onde levantarei o dístico mágico. E ali anda o papelinho e eu numa aventura diária em que o retiro, do tablier, quando entro no carro e o coloco quando todos os dias regresso a casa e estaciono para recolher ao meu lar, doce lar. Constatei outro dia que ando nesta vida há dois meses e que, “ralmente”, já está na hora de ir levantar o título definitivo, porque, afinal, não mo vieram entregar a casa e era essa a minha última esperança de procrastinadora nata.
No dia em que passavam, precisamente, dois meses sobre o meu pedido, tocaram à porta. Mamãe Blue chamou-me dizendo-me que era para mim e vinham trazer o dístico. E lá fui eu toda contente enquanto pensava “Está tudo tratado e posso parar de procrastinar!” Seguiu-se um momento, no mínimo, hilariante:

Sr. do Parque - Boa tarde! É a D. Blue?

Eu - Sim, sou eu. Vem entregar-me o dístico do parqueamento, não é? – com um sorriso enorme estampado em minha face.

Sr do Parque - Não, venho entregar-lhe este papel com o qual deverá ir agora levantar o dístico lá.

Eu - Lá? Lá onde?

Sr. do Parque - Lá no parque de estacionamento de onde eu vim agora.

Eu - Mas eu pensava que me traziam o dístico e eu não teria necessidade de ir levantá-lo.  Até já estive para ir ao parque…

Sr. do Parque - Não teria levantado de qualquer forma, porque só pode levantar com este papel que lhe estou a dar agora. Porque quando entregamos este aviso é porque o dístico já pode ser levantado.

Eu - Então o senhor vem do parque de estacionamento traz o talão para levantar o dístico e não trás o dito que lá ficou? Sinceramente… Boa tarde então e obrigada... *isto tudo com um ar muito irónico e um enorme sorriso amarelo*

Sr. do Parque - E tem de levar mesmo esse talão, porque com o outro não lhe dão o dístico. Boa tarde!

De maneiras que é assim: há um primeiro talão, para colocar no carro, e agora um segundo talão, para ir levantar o dístico, e este segundo talão, entregue em mão e em casa, vem do mesmo sítio onde está o dístico que tem de ser levantado em pessoa no parque, porque só trazem o segundo talão a casa. Ah, a juntar a isto tudo há o horário deste prático serviço: todos os dias, excepto sábado e domingo, entre as 11h e as 12h e entre as 19h e as 20h. Há também o chamado Simplex, mas isso agora não interessa nada.
Procrastinadora assumida, que sou, tenho agora o segundo talão em cima do móvel da entrada. Todos os dias olho para ele e todos os dias “dou um toque” com a mão na testa e digo “Ainda não fui buscar o dístico!” E assim andamos felizes, eu, o primeiro talão que todos os dias coloco e retiro do carro e o segundo talão, que serve para levantar o dístico, ali pousadinho no móvel da entrada à espera de voltar ao seu primeiro domicílio.

Saudações Virtuais

domingo, janeiro 15, 2012

A besta acordou (outra vez)

Há fantasmas que nunca morrem, há cogumelos tão envenenados que não se desentranham das nossas mentes, dos nossos corpos e das nossas memórias. Há coisas que por mais que se tentem não lembrar, e é mesmo não lembrar e jamais esquecer, quando ressuscitam desenterram mágoas antigas que tempo algum poderá apagar. Há monstros que não morrem apenas adormecem para nos atormentarem de quando em vez. E quando isso acontece há que tentar embalá-los e deixá-los adormcer de novo até que agitados e em fúria acordem de novo para nos amargurar, magoar e torturar mais um pouco. E nos intervalos, há que viver porque é o de melhor se leva desta vida. Agora é tempo de embalar, e vai demorar, porque se aproximam tempos em que o despertador simplesmenta não se vai calar.

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quarta-feira, janeiro 04, 2012

Músicas da minha vida #1

Da esperança no amor, de sentimentos que se podem juntar num só tornando-se numa alegria e numa aventura a dois. Gosto muito desta canção, pelo sinal de expetativa que oferece e lembra; contudo, encaixa-se numa altura estranha e confusa da vida que me levou a tomar decisões, na altura complicadas, com as quais aprendi a viver e me deixaram como recompensa uma Amizade especial que poucos (às vezes, nem eu) conseguem entender. E tem de ser nesta versão, a do Grande Nat King Cole.


Saudações virtuais 

terça-feira, janeiro 03, 2012

sábado, dezembro 31, 2011

2012 abençoado, suado, com luta e muito, muito positivo

Este ano sou pela diferença, este ano sou por aquilo que quero e que desejo. Este ano não vou olhar para trás e saber do que fiz e do que não fiz. Este ano vou olhar bem em frente e de cabeça erguida e conciência tranquila. Trabalho e saúde é tudo aquilo de que preciso para ser feliz e para me realizar que o resto o tempo trás e eu, felizmente, sei viver. Tenho objetivos, muitos, e sonhos, bastantes, que quero e vou cumprir. Há vontade, há espírito positivo e vontade de esgotar todas as possibilidades que a vida me reserva e aquelas com as quais me quiser surpreender. Balanços este ano neste blog? Só se colocar um vídeo de alguém a andar de baloiço ;-) 
A todas e todos, amigos e inimigos, conhecidos e leitores passageiros desejo um 2012 abençoado com tudo aquilo que merecem; que tenham o dobro daquilo que querem para mim (e assim vos arrumo inimigos e gente de má vontade que por aqui passa ahahahahahahahahahahahahahah).  
Saudações virtuais

domingo, dezembro 25, 2011

Natal 2011

Foi como os teus, estiveram cá todos (ou quase todos, enfim...) e estiveram as tuas quatro bisnetas, lindas que só visto (a mais nova tem 1 mês e 5 dias dias, feitos hoje); andou aqui nas mãozinhas de todas e é um doce e sossegada. Foi muito bonita a nossa festa; foi muito delicioso e quentinho o nosso Natal. Estou contente! 
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sexta-feira, dezembro 23, 2011

Blog friend # 2 - Polar Postcrossing 2011 (4)

Na volta do correio também recebi um postal. Ah pois, que o Polar Postcrossing incentiva a dar, o que significa que todos os que participam recebem (ou, pelo menos, é suposto que assim aconteça). E eu recebi um postal da Scarlet Perry que assina o Eu, Scarlet Perry, me confesso... Muito obrigada, Scarlet, por te teres lembrado de mim aquando do teu passeio por Dusseldorf.

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quinta-feira, dezembro 15, 2011

Respeito e educação

Infelizmente a boa-educação e a falta de responsabilidade continuam a imperar, contudo, FELIZMENTE, tb ainda há quem seja educado e responsável; estes últimos têm o meu respeito e aos primeiros ofereço-lhes o meu desprezo.
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terça-feira, dezembro 13, 2011

segunda-feira, dezembro 12, 2011

PPCrossing 2011 (2)


Hoje foi dia de verdadeiro brainstorming e estou contente com o resultado final. Tenho de agradecer à minha amiga A. a ajuda preciosa no corte e costura, que o foi na realidade. Gosto de fazer estas coisas, de dar asas à imaginação e deixar-me ir. Foi um verdadeiro desafio, mas está superado. Agora é dirigir-me à estação de CTT mais próxima.


Ah, e até o blog já está vestido de Natal, portanto let the season spirit begin.
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sexta-feira, dezembro 09, 2011

Esta Lisboa que eu amo!!!

Lisbon wins European City of the Year 2012 and UNESCO award for Fado


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quinta-feira, dezembro 08, 2011

Quem tem medo de Virginia Woolf?

Para uma tarde ou noite bem passadas recomendo uma ida ao Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, para assistir a quatro excelentes  interpretações na peça Quem tem medo de Virginia Woolf? da autoria de Edward Albee. Mentiras, segredos, revelações e medos são os iongredientes deste texto. Todos temos medos, arrependimentos, falhas e fraquezas com os quais temos dificuldade de lidar. Enfrentar os nossos fantasmas é essencial para nos conhecermos bem e para vivermos em paz. Um texto fantástico, uma encenação brutal, um cenário acolhedor, uma iluminação de luxo (principalmente no final) e desempenhos excelentes dos quatro actores: Maria João Luís, Virgílio Castelo, Sandra Faleiro e Romeu Costa. Ahhh e a prova de que um bom actor não precisa de microfones para ser ouvido numa sala cheia.


Um último reparo: se vão a um espectáculo. pleo amor de Deus, desliguem os tm's; quase que bati na senhora que estava atrás de mim e cujo o tm tocou não uma, não duas, mas sim três vezes. Caramba! Haja respeito!!! 

Mais informações sobre a peça aqui.
 
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Do frio

Não suporto este frio horrível. 6 graus??? What the hell??? Para estar este gelo mais vale que haja neve, ao menos sempre podemos colocar umas luvas e mais uns agasalhos e ir para a rua brincar e fazer bonecos de neve com narizes de cenoura. Tragam-me depressa o sol e o Verão, o calor e os mergulhos na praia e no rio. Isto está por demais. brrr... brrrr...
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terça-feira, dezembro 06, 2011

Dos blogs (2)

Sou só eu que tenho a sensação que a blogosfera se está a transformar num enorme anúncio publicitário? Já não há pachorra para tanto passatempo, cremezinho, vestidinho, pinturinhas e outras coisas. Já não se sabe escrever, é?
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sábado, dezembro 03, 2011

PPCrossing 2011 (1)

Já tenho um blog friend e a tarefa é bastante desafiadora, o que torna tudo mais interessante e empolgante.

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sexta-feira, dezembro 02, 2011

30 de novembro de 2011

Festa! Festa! Festa! É tudo o que se me apraz dizer e apraz-me dizer (com repetição assumida) prazenteiramente. Eu gosto de fazer anos e gosto muito; ouso dizer: ADORO!!! Gosto de comemorar mais um ano de vida rodeada das pessoas que amo e que me amam e gosto da sensação de estar viva e de poder continuar a fazer tudo aquilo de que gosto. Ir ao cinema, ao teatro, a espectáculos, a concertos, a exposições, a jantares com amigos, de estar em casa a disfrutar daquilo que é meu e do meu cantinho; gosto de andar por cá e de poder escolher aquilo que faço e que quero fazer. Se tudo são rosas? Não, mas os espinhos também são bons para aprendermos e para seguirmos em frente. Se estou sempre assim bem disposta? Não, mas sorrio muito mais do que chovo e isso é, não só verdade, como muito bom. 
Este ano estive a Sul com a família e com sol e calor e mais sol e e mar, muito mar a perder de vista, muita comida e diversão e risada e até uma aventura pelo meio da Serra a fazer lembrar qualquer Blair Witch Project (filme que nunca vi e nem pretendo ver; Horror??? Tal como o nuclear, NÃO, obrigada!). E já não me lembrava da última vez em que comemorei um aniversário sem chuva e recheado de luz vinda directamente do Astro-Rei. Ahhh, foi bom, muito bom! E foi bom receber os telefonemas e os sms e até os sms que deveriam ter sido telefonemas e os sms e telefonemas da mesma pessoa. Sei lá, estou bem disposta e a festa mal começou. hoje há jantarada com direito a bolo (vai ser o segundo e promete ser delicious) e pézinho de dança. Espetacular!!! Sejam felizes; eu faço por isso todos os dias e não me tenho dado mal. 

Saudações virtuais

segunda-feira, novembro 28, 2011

Património Imaterial da Humanidade - UNESCO (27 novembro 2011)

Não gostei sempre de fado, mas fui a uma Casa de Fados numa idade em que poderia ter começado a apreciar este tipo de canção, tinha 13/14 anos. Deprezei-o e disse não. Hoje em dia gosto, gosto muito e não passo sem. Aprendi a gostar e não quero largar. Aprendi com uma grande senhora dona de uma grande voz: Mariza!


E aprecio também novos valores que ainda vão muito que falar como Teresinha Landeiro.


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sábado, novembro 26, 2011

1ºs Sinais Natalícios 2011


Este ano inova-se e experimentam-se coisas novas por aqui. Como tal respondo ao desafio da Pólo Norte e junto-me ao Polar Postcrossing 2011 . Em modo "esperando": para saber para quem vou mandar um postal e para receber o meu. :-)

Saudações virtuais

sexta-feira, novembro 25, 2011

O dístico


Nos idos de 2004 foram colocados, na freguesia, onde resido parquímetros. Por essa altura calculei que nós, os moradores daquela zona, não tívessemos de pagar parque por termos as viaturas estacionadas à porta de casa ou nas redondezas. E se assim o pensei assim o percebi rapidamente, uma vez que nos foi colocada na caixa do correio uma carta que continha todas as informações necessárias para tratarmos de obter o dístico que, uma vez colado no vidro do carro, nos daria a bendita isenção de pagamento de parque. Caso contrário não haveria orçamento que suportasse a despesa. Na posse dos documentos necessários lá me dirigi à Câmara Municipal para tratar das burocracias inerentes à obtenção do papelinho que me asseguraria isenção de pagamento; pena que não assegure também o dito lugar, mas isso é outra história. Com tudo tratado fui para casa com um talão que serviria de dístico até que o mesmo me chegasse via correio. Quando isso aconteceu, coloquei-o no cantinho inferior esquerdo do vidro da frente do carro (tal como indicado por quem de direito) e segui a minha vida normalmente; tendo sempre o cuidado de estacionar só e apenas nos locais indicados para moradores, porque nos não indicados lá teria de desembolssar euros indesejáveis. E tudo correu sempre bem. No ano seguinte fui informada por carta que teria de renovar o selo e lá procedi como da primeira vez, ficando tudo resolvido no prazo máximo de mês: tinha assim o meu distíco para 2006-2007; um quadrado amarelo com letras brancas, o que dá uma facilidade de leitura tremenda sendo que o sol foi comendo as poucas cores do autocolante. E assim vivi com este distíco até aos dias de hoje, contudo sempre estranhando que, de quando em vez - poucas vezes, mas algumas, de facto - me aparecessem multas no carro por estacionamento indevido. Umas foram perdoadas e outras nem por isso. Nunca questionei muito a questão, contudo a razão apontada na última multa era "data de dístico inválida" e isso deu-me que pensar e fez-me ir olhar para o autocolante amarelo apagado onde em letras brancas esmorecidas estava escrito "2006-2007". Fez-se luz, obviamente, e percebi a razão dessas algumas multas que foram aparecendo. Mas eles nunca mais avisaram e uma pessoa tem mais em que pensar. Praticamente no mesmo dia, fui à Câmara e tratei do novo dístico; tenho agora um papelinho provisório e, um dia destes, ou o oficial chega a casa, via entrega em mão, ou vou levantá-lo ao local próprio. "2012-2013" já está tratadíssimo! E toca a não esquecer que o raio do dístico é anual e que todos os anos tenho de me apresentar em sede própria para solicitar um novo.
Saudações virtuais

Eu ainda sou do tempo (#1)...

... em que 40 € davam para encher o depósito do carro. Agora com 30 € o depósito fica pela metade e mesmo à tangente.

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terça-feira, novembro 15, 2011

A conduzir...

... desde 1993. Fiz hoje 18 anos de adulta encartada habilitada a conduzir veículos de categoria B e tenho cada vez mais medo de circular nas estradas nacionais, não por mim mas, pela inconsciência alheia. Atingi, portanto, a maioridade no que à condução diz respeito. 

Saudações virtuais

(obviamente, que a foto é retirada da net)

segunda-feira, novembro 14, 2011

Presentes envenenados

Há coisas que queremos ouvir um dia e com as quais sonhamos de quando em vez, quando não todos os dias. Há coisas que achamos que quando as ouvirmos nos vão saber bem e nos vão deixar um sorriso doce nos lábios. Há coisas que nos deveriam saber bem ouvir e que deveriam ter um paladar delicioso. E há o reverso da medalha quando tudo acontece ao contrário e aquilo que queremos ouvir nos chega aos ouvidos pelo meio errado, da forma errada e com um gosto agri-doce, mas a pender muito mais o agri do que para o doce. Sr Universo, já falámos tantas vezes sobre isto, "numjá"? Porque insiste? Não se incomode que não carece. Agradecida! 


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quinta-feira, outubro 06, 2011

Good Job(s), Steve!

"Your work is going to fill a large part of your life and the only way to be truly satisfied is to love what you do. 
Your time is limited. Don't waste it living someone else's life."

Steve Jobs
1955/fev/24 - 2011/out/5
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quinta-feira, setembro 29, 2011

Midnight in Paris

É o mais recente do grande Woody Allen. digo "grande", porque é um dos meus realizadores preferidos de todos os tempos. De todos os filmes dele que vi só não gostei da "Vicky-que-foi-ca-Tininha-a-Barcelona", porque roçava demasiado o estilo Almodovar e deste não gosto mesmo (vá que lá se escapou com o "Fala com Ela", mas sem grandes preferências). Mas, voltemos ao Midnight in Paris que me prendeu desde o primeiro segundo até ao último; aproveito para avisar que os primeiros dopis/três minutos são absolutamente deliciosos para quem conhece a Cidade da Luzes. A história é improvável e só poderia sair da cabeça deste realizador: uma viagem no tempo que é também uma viagem ao interior de alguém que se (re)descobre. Podemos não (re)conhecer todos os personagens, mas as ligações são todas perceptíveis e enquadram-se em toda a história de uma forma coerente. Uma útima palavra para Owen Wilson que desempenha o papel de uma forma brilhante assemelhando-se muitas vezes ao realizador, que encontrou assim uma forma de entrar no filme sem entrar. Fã assumida, como já referi, deste realizador sai do cinema satisfeita e feliz com mais este encontro.
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terça-feira, setembro 27, 2011

Grey's Anatomy - 8ª temporada

Começou e não trouxe nada de novo. Os dois primeiros episódios foram, na minha opinião, previsíveis em todas as situações. Achei o início de temporada fraquinho e pouco ou nada convidativo para continuar a seguir a série. Estão todos enjoados, cansados, baralhados e sem saber o que fazer; que isso aconteça a um ou dois personagens até entendo, mas a todos? Podem sempre consultar o departamento de Psiquiatria do Seattle Grace, é que estão a deixar de ter graça e interesse. Dou o benefício da dúvida, mas, confesso, que não sei se verei a temporada até ao fim. Afinal há tanta série boa para ver que não posso e nem quero perder tempo com gente atrapalhada. Nem os casos médicos conseguem ser suficientemente interessantes e diferentes para me agarrarem ao écran. Aguardo, apreensiva, a continuação.
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quarta-feira, setembro 21, 2011

Do Facebook #1

Não entendo as pessoas que criticam o facto de apenas partilharmos no Facebook (FB) as coisas boas que nos acontecem. Ora vejamos, eu acho muito mais giro, interessante e divertido partilhar o que é bom e me deixa bem disposta do que quilo que me aborrece. Exemplos? Este ano, infelizmente, já tive de me despedir de alguns amigos em "até sempres" dolorosos e tristes; ora qual seria o interesse de partilhar imagens destes acontecimentos na rede social mais famosa do país? Pois, a meu ver nenhum. É claro que, de quando em vez, lá desabafo um ou outro pensamento mais desiludido ou menos agradável, mas regra geral gosto de partilhar aquilo que é bom e me faz sorrir. Porque tristezas não pagam dívidas e o FB está ali para nos dispôr bem. Problemas sérios e situações tristes ou complicadas são para serem desabafadas e tratadas em local próprio e com a calma necessária.
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domingo, setembro 18, 2011

Nova vida

Eis-me de volta e de cara completamente renovada. Foi assim um refresh deixado pelas boas vibrações do verão. A partir de hoje todos os posts serão escritos de acordo com as normas ditadas pelo novo Acordo Ortográfico. 
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quarta-feira, agosto 03, 2011

Dos Blogues (1)

Não entendo as confusões que nascem por essa blogosfera fora e crescem de uma forma rápida, por vezes, castradora e assassina (no sentido de que há blogues que desaparecem para sempre). Eu, pessoalmente, só tenho retirado resultados positivos deste cantinho e isso agrada-me. Não gosto de conflitos e quando os sinto fico à margem e até hoje sempre me correu bem a vida mantendo esta postura. Por aqui, actuo da mesma forma e, pelo que observo, vou no bom caminho. Hoje tive mais um exemplo de que vale a pena agir assim e de que este cantinho foi uma excelente ideia.
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sexta-feira, julho 15, 2011

Estão a brincar, certo?

 O anúncio é este, e eu, sempre gostava de saber como é que uma pessoa com o 11º ou o 12º anos de escolaridade tem "domínio falado e escrito de Inglês;" e "domínio falado e escrito de outro idioma (Francês e/ou Alemão e/ou Espanhol)", principalmente quando nem a língua materna dominam (escrita ou falada) como comprovaram os resultados dos exames que saíram ontem. Sinceramente, é uma vergonha!!!
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