Querem que vos fale outra vez da minha paixão pelo George Michael? Querem que vos fale outra vez das emoções que senti quando assisti a cada um dos dois concertos a que tive oportunidade de ir? É tudo uma questão de procurarem pelo blog. Além disso Natal sem George Michal e este grande clássico não é Natal!!! Eu simplesmente ADORO!!!
Não sou especialmente fã desta senhora, aliás, não sou fã de todo, mas é impossível não gostar desta canção e não sonhar com ela nesta época maravilhosa que se vive nestes dias. No meu caso, só faria uma pequena alteração: pediria ao Menino Jesus para me trazer Aquele alguém tão especial que me deixasse com um sorriso estúpido na cara e muitas borboletas no estômago.
Sempre fui fã dos Anjos e depois de os conhecer pessoalmente, devido a um projeto profissional que fizémos em conjunto, fiquei a gostar ainda mais deles. São duas pessoas infinitas estrelas!
Esta canção, porquê? Porque apesar de já não acreditar em romances e de já não acreditar no amor, no que há minha pessoa diz respeito, também tenho os meus momentos nostálgicos e românticos. E claro que gostaria de ter alguém especial nesta época em que derreteria, de certeza, "quando os meus lábios tocassem nos teus"!
Quando o Natal era passado em casa dos meus avós, eu e os meus pais, pegávamos nos saquinhos com os presentes para a família e os comes e bebes, que eram da competência da minha mãe, e íamos rua fora até à casa dos meus avós. Era mais andando do que conduzindo, porque a casa era perto da nossa e porque não tínhamos carro. quando eu tirei a carta começámos a ir de quatro rodas, porque, de facto, facilitiva imenso o transporte e a distância continuava a ser a mesma.
Quando o Natal começou a ser passado em minha casa, com a família toda na mesma, passou a família a vir ter connosco nos seus carros com toda a parafernália que o Natal traz consigo.
Esta canção lembra-me o caminho que fazemos para ir para casa da família ou amigos na noite de Natal; lembra-me o percurso para chegar à festa com muitos sacos, sorrisos e alegria para dar.
Uma canção que fala de uma noite silenciosa naquela que é, para mim, uma das mais barulhentas e agitadas do ano. Desde que me lembro que os meus Natais são cheios de gargalhadas, de sorrisos, de gente a falar alto, de vozes umas por cima das outras e de muitos brilhos nos olhos. Ahhhh, mas o silêncio é sempre delicioso e esse acontece naquele momento, aquele muito específico antes de chegarem todos para a festa e antes de começar a melhor algazarra do ano por estas redondezas!!! Agora espaço para a música calma e tranquila!
A canção é do Natal de 1984 e eu ainda me lembro da letra toda, de trás para a frente e de fente para trás. Juntas várias estrelas da música britânica, sob a inicitiva de Sir Bob Geldof, cantaram eswte grande êxito cujas receitas reverteram a favor daqeles que morriam de fome em África. Tem uma letra dura e que espelha a realidade, uma realidade que, infelizmente, ainda hoje se observa. Não podia faltar na minha seleção natalícia pelo seu significado e pela luta que ainda hoje, tristemente, ainda existe.
Família. Canções. Escolher o presente certo. Fazer o presente ideal. Noitadas a embrulhar presentes. Fazer a árvore e o presépio. Luzes, muitas. Sopa de Natal. Filhóses. Bolo-Rei. Barulho. Gargalhadas.Família. Memórias, Crianças felizes. Amigos. Saúde. Presentes, muitos aos pés da Árvore. Ruas iluminadas. Sorrisos em quase todas as caras. Tudo isto e muito mais é o Natal para mim.
No Natal em que fui educada celebra-se o nascimento de Jesus Cristo; somos católicos apostólicos romanos e crentes. Se vou à missa todos os domingos? Não, só vou quando me apetece, mas, no fundo, tenho todos os dias conversas com o Amigo lá de cima. Desde pequeninos que, eu e os meus primos, recebemos os presentes trazidos pelo Menino Jesus. Aliás, na maioria das vezes, chamamos "Menino Jesus" aos presentes de Natal e as minhas priminhas, que nesta família só têm nascido meninas, também estão a ser educadas da mesma forma. Nós não celebramos o Pai Natal e nunca acreditámos que fosse ele a tarzer os presentes nesta época. Aqui celebra-se o nascimento de Jesus e é essa a razão pela qual nos reunimos em família: celebramos a alegria de uma outra família criada há dois mil anos.
Tenho uma paixão por árvores de Natal. gosto delas grandes e bonitas, ou seja, com uma decoraçãio vistosa, sofisticada, com classe, original e, acima de tudo, que transpire o espírito da época. A de cá de casa costuma ter isso tudo e terá certamente este ano (assim que tiver uma foto coloco-a por aqui). Gosto de árvores de Natal grandes, até ao teto, que se vejam à distância. Gosto de árvores de Natal naturais, de pinheiros verdadeiros, mas há muitos anos quie cá em casa a nossa é artificial. Ah e gosto de árvores de Natal verdes e nada de ramos de outras cores que eu nunca vi um pinheiro verdadeiro com ramagens de outras cores; a não ser quando cobertos de neve, mas neve natural que os torna mais bonitos e mágicos tal como esta altura do ano. Daí que nada melhor do que homenagear as árvores e Natal da minha vida com este belíssimo tema.
Operários do Natal - Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e Carlos Mendes(1978)
Tenho este álbum, em vinil (quando o vinil era o que havia e não uma moda), desde a data em que saiu. Tocou tantas e tantas vezes cá em casa e nunca nos cansámos. Descreve cada profissão ligada ao Natal de uma forma carinhosa, veradeira e ternurenta, muito ternurenta. Explica-nos que quem ajuda a fazer o Natal de cada um é um Amigo e termina com uma canção dedidcada a todos esses Amigos e aos Amigos que nos rodeiam. É uma lição de vida maravilhosa e e muito, muito bonita. Claro que só poderia ter saído de grandes e geniais mentes como as Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e Carlos Mendes. Faz muita falta à maioria das crianças de hoje em dia pois talvez assim respeitassem mais esta época e os seus protagonistas sem pensar tanto nos bens materias e sim no verdadeiro significado da época que estamos a viver.
Nunca tive um Natal completamente branco. Neve é algo que não acontece com frequêcia nos Natais da zona de Lisboa. Deve ser lindíssimo e deve dar a esta época uma magia muito especial. Já passei vários Natais na zona da Guarda, quando era criança, e nunca apanhei nenhum nevão. Houve um dia de Natal, que era sempre o da partida porque havia os avós de Lisboa, em que as minhas tias me foram chamar à cama, muito cedinho, porque estava a nevar. Corri para o quintal do meu avô, de pijama, robe e pantufas; e comecei a andar à roda até ficar tonta enquanto ria muito e o meu avô olhava para mim com aquele sorriso especial que tinha só para mim. A neve era pouca, tão poucochinha, mas alegrou-me e fez-me feliz naquele dia. No dia a seguir, ao telefone, o meu avô disse-me que tinha caído um nevão e o quintal estava todo branco. Tive pena, mas tive o meu momento de neve natalício e sempe o guardarei com o maior dos carinhos.
Esta canção fala dO Natal branco com o qual continuarei a sonhar, mas não posso queixar-me totalmente dado que não tendo um nevão tive uma nevinha.
Depois da reunião com a família, o que mais gosto no Natal são as canções típicas da época. Hoje descobri esta versão giríssima e engraçadíssima do clássico 12 Days of Christmas. São grandes vozes e uma interpretação fantástica.
(ou o post que deveria ter sido publicado a 30 de novembro de 2012)
Dancing Queen, ABBA
É a minha canção e tinha de ser publicada no meu dia, mas no meu dia não tive tempo para grandes textos e publicações portabto chega hoje. Gosto de dançar, de cantar (ou lá o que é isso que eu faço lol), de me divertir, de conversar, de estar com os meus (família e amigos) e de estar comigo. Ah é tão bom estar comigo.
Não gosto de ser o centro das atenções, mas no dia do meu aniversário tenho um gostinho especial por ser Queen por um bocadinho, assim como gosto de mimar os meus quando são os aniversários deles. E faço-o, porque o merecem tanto como eu e, mais que não seja, porque me aturam. ihihihihih
Os Abba são uma banda que muito me agrada e cujas canções me são muito familiares. De todas poderia destacar várias, mas esta adoptei-a como minha há uns anos e para tocar sempre no 30 de novembro e daí que, ainda que com uns dias de atraso, este ano não poderia faltar. É uma canção que me deixa bem disposta, alegre e com vontade de festejar. E porquer gosto, bastante, de celebrar o meu aniversário não há som melhjor para tocar neste dia.
A canção de hoje chegará amanhã, porque hoje é o meu dia de aniversário e eu adoro este dia. Adoro celebrar o meu nascimento. E hoje já recebi muito mimo e ainda vou receber mais e sei que o mereço. E estou muito feliz e também um pouco apreensiva pelos amigos que hoje (por problemas de saude de familiares) não vão poder estar comigo, mas que eu sei que gostam muito de mim. Para o ano estamos juntos, meus queridos!
Se até agora o dia foi passado em família, com a melhor do mundo: a minha!!! Sigo mais daqui a nada para as celebrações com a família que escolhi: os meus amigos do coração, de quem não quero fugir nunca e nem quero que fujam de mim.
Prometo que amanhã chega a última canção, que será um clássico do 30 de novembro. ;-)
Hoje, excecionalmente, seguem beijocas larocas azuis para todos os meus leitores :-)
Chico? Chico é Buarque e isso deveria ser suficiente para justicar esta escolha, mas eu gosto de escrever e, vocês os dois, gostam de me ler. Sou fã, super fã, de MPB (Música Popular Brasileira) e tal como a clássica também me ensinaram a gostar deste género musical que muito se ouviu e ouve cá em casa. A obra Ópera do Malandro deveria ser ouvida por toda a gente; sei-a de cor e de trás para a frente. Fala do típico malandro que faz falcatruas e se sai sempre bem, mas fala também de amores proibidos, de encontros e desencontros. Tem melodias lindíssimas do grande e enorme Chico Buarque e tem poemas lindos interpretados por váriosd artistas brasileiros. As canções não originais são árias de óperas conhecidas com a letra adaptada a esta obra específica e que bem que tudo se conjuga, numa harmoniaines+plicável. O disco habita cá em casa há muitos, muitos anos e o CD também já cá mora e toca mais que muitas vezes. Desde pequena, aí com uns dez anos que esta era a minha música preferida de toda aÓpera e foi com emoção que a cantei, quando há meia dúzia de anos tive de oportunidade de assistir, no Centro Cultural de Belém, à obra completa; não foi com os cantores originais, com muita pena minha, mas com um elenco mais atual e todo ele fantástico.
Também gosto de Caetano, de Bethânia, de Simone entre outros. Ahhhhh, mas Chico, Chico é Buarque isso é indiscutivelmente, bom, muito bom!!!
Crazy For You, Madonna (Re-Invention Tour DVD - em Lisboa)
A Diva não podia faltar nestes 15 dias de canções. E não podia faltar por várias razões, sendo que uma delas é ser uma das minhas artistas preferidas. E digo artista, porque tenho plena consciência de que cantar não é exatamente o que ela faz melhor. Tem havido uma evolução na voz de Madonna, mas nada que faça dela uma uma cantora extraordinária. Mas gosto de a ouvir, gosto de algumas canções e gosto, particularmente, de ver os grandes espetáculos que concebe e que nos apresenta. Já a vi três vezes ao vivo, as únicas que esteve em Portugal, e todos os concertos foram únicos e estrondosos. Todos tiveram um significado especial, mas destaco o primeiro e o último. O primeiro, porque fruto de de ter vencido um passatempo, consegui ficar num lugar espetacular juntinho ao palco e a um metro da artista, foi a loucura total (e sim, tinha bilhete que dei a uma amiga porque eu não precisava); o último, porque foi para mim o melhor dela que vi até hoje. Fabuloso!!!
Quanto à canções tenho várias preferidas, mas este Crazy For You é, de longe, a minha preferida de sempre e sempre será. No primeiro concerto que deu em terras lusas, a Diva, dedicou-a aos fãs e eu, ali tão pertinho, comovi-me bastante e foi para mim UM dos momentos da noite.
O Fado foi declarado Património da Humanidade, pela UNESCO, há um ano e eu não podia deixar passar esta data em branco. Confesso que nem sempre fui amante deste tipo de canção. Lembro-me de ser adolescente e de ter ido, com os meus pais e amigos, à casa de fados da Maria da Fé: Sr. vinho de seu nome. Mas que grande seca apanhei naquela noite, não gostei pois claro, mas sempre lhes fui grata por me terem dado a conhecer mais um género musical. Tirando Carlos do Carmo nunca mais quis nada com o fado. Sempre achei que era música para velhos; enfim, preconceitos da adolescência sobre o mundo dos adultos. Nunca mais quis ouvir fado e sempre que senti a sua sonoridade fugia a sete pés. Fado nunca mais! Mas cresci, amadureci e um dia, por mero acaso, os meus ouvidos sentiram a voz da grande Mariza a entrar e tudo mudou num ápice. Passei a ouvir o fado de outra maneira, a aprender com o que ouvia, a comover-me com cada palavra e nota e comecei a identificar-me com alguns poemas e melodias. Hoje posso dizer com toda a sinceridade que gosto de fado e muito. A minha preferida será sempre a grande Mariza, que já tive oportunidade de ver várias vezes ao vivo. Gosto da forma como nos embala, como dança, como se envolve, como se/nos comove com as palavras deixando-nos entregues à sua voz e ao seu timbre de forma natural. Este fado é o meu preferido, quando cantado pela voz dela, tem a crueldade das palavras sobre sentimentos encantadores e aconchegantes. Esta é a única Chuva de que gosto. Saudações virtuais NB: Aqui entre nós, que ninguém nos ouve, não suporto nem um pouco a Amália Rodrigues, contudo reconheço que foi muito importante o contributo que, através do fado, deu para a divulgação desta canção portuguesa.
Nessun Dorma, Pavarotti Last Performance @ Torino 2006
Gosto de ópera desde sempre. Também é verdade que se ouve ópera cá em casa desde sempre. Logo é natural que eu tenha desenvolvido um gosto especial por este género de música/espetáculo. À exceção de Wagner, que ainda me fere um pouco os ouvidos, gosto de, praticamente, todos os compositores. A minha obra preferida é Madame Butterfly de Giacomo Puccini. Gosto muito, já vi várias encenações, ao vivo e na televisão, e nunca me dececionei; muito pelo contrário. Já vi inclusivamente a versão moderna desta ópera intitulada Miss Saigon cuja trama se passa na Guerra do Vietname em vez de na II Guerra Mundial. Mas não há nada como o clássico de Puccini.
Após o explanado não será surpresa que eleja como minha área preferida a famosíssimaNessun Dorma, da ópera Turandot da autoria de Puccini, na voz do meu tenor preferido de sempre Luciano Pavarotti. Lembrar-se-ão os meus leitores mais antigos, se é que ainda aqui andam, que cheguei a ter bilhete na mão para ir assistir a um espetáculo deste grande senhor do canto lírico. No entanto, problemas de saúde obrigaram-no a cancelar esse concerto e eu nunca mais tive oportunidade de assistir a uma atuação deste meu ídolo. Porque é que o considero o melhor? Porque canta(va) com o coração na boca, com sentimento, com alma e transmitindo todas as emoções de cada área.
Ora aí está uma magnífica e enorme banda que nunca vou ter oportunidade ver ao vivo. E não me venham cá com a história dos Tributosporque, por muito bem que cante quem os faz, nunca, nunquinha serão o original e muito menos o grande e fantástico Freddy Mercury. Ele é inemitável e não me venham com histórias. Gosto de todas as canções da banda, claro que de umas mais do que de outras. Esta é uma das minhas preferidas por todas as razões e mais algumas. Principalmente porque eu tenho os melhores Amigos do mundo e isso enche-me o coração de quentinho. Claro que já tive as minhas desilusões, mas fazem parte da vida e servem para dar mais valor aos que ficaram que são, de facto, os que merecem o meu amor, calor e carinho. Claro que houve desilusões que se curaram a 100% outrs apenas em parte e outras nunca terão frecuperação possível. Faz parte da vida e de crescer.
Brindo à amizade e aos meus amigos de e para sempre.