segunda-feira, outubro 03, 2016

A Rapariga no Comboio - Do livro ao filme

Quando o lançamento do livro foi anunciado tive a sorte de ter entre as minhas maiores Amigas a sua editora que, antes do livro estar na rua, já me estava a dizer que eu ia adorar a história. Quis logo comprar e consegui ter o meu exemplar nas mãos um dia antes do lançamento oficial. Cheguei a casa e devorei a história. Amante que sou da mestra do crime, mistério e suspense, a grande Agatha Christie, esta trama não me desiludiu. Bem construída, sempre com novos elementos, a baralhar-me o suficiente para ir até ao fim à procura do mau da fita. Achei que o tinha achado algumas vezes e foi sempre a aposta ao lado. Só no quase no fim percebi quem e porque é que estava a fazer tanta maldade. Gostei muito do livro. 
Mas eis que chega aquele momento que todo o bom leitor teme: vem aí o filme do livro. Nestas alturas o chão dos amantes dos livros costuma estremecer. As adaptações deixam quase sempre muito a desejar e quando gostámos muito da história tememos o pior, uma vez que uma frame apenas pode ser a morte do artista ou da obra. Estava em pulgas, portanto, para assistir ao tão aguardado filme. 
Mais uma vez fui bafejada pela sorte. Pela mão de outra das minhas maiores Amigas tive o privilégio de assistir à ante-estreia. A verdade é que #euviprimeiro e que bem que me soube, porque a adaptação está bem feita e a sucessão dos acontecimentos está empolgante e bem realizada. Cheguei a pensar que as viagens de Rachel no comboio podiam ser entediantes no grande écran, mas qual quê? Nada é monótono no filme. E está tão bem feito que consegui abstrair do livro e do facto de conhecer, e bem, a história, e às duas por três já eu me questionava sobre quem seria o bandido assassino e malandro. A Emily Blunt está muito bem e, ainda sem conhecer os nomeados, acho que é uma séria candidata à estatueta dourada de Hollywood. Mas todos estão irrepreensíveis nos respetivos papéis. Quanto à realização e aos planos tiro o meu chapéu ao Tate Taylor que, além de giro e charmoso pa caraças, me fez tapar os olhos algumas vezes e assistir a uma cena de assassinato apenas comparável à do Crime no Expresso do Oriente, inspirado no livro da Mestra Agatha Chistie, daquelas mesmo a sério e fantásticas. 
Resumindo e baralhando, ide ver o filme e surpreendei-vos com a história (mesmo que, como eu, já tenham lido o livro), os desempenhos e a realização. Quanto à polémica: ahhhhh o livro é em Londres e o filme em Nova Iorque? Oh meus amigos, isso são detalhes e peaners; é uma cosinha que não interessa nada numa história que absorve do primeiro ao último minuto, Aproveitem que por cá estreia no feriado, próxima quarta-feira dia 5 de outubro, e nos States só estreia a 7. ahahahahahahahahah Ganhámos esta corrida. :-)



Saudações cinéfilas virtuais

segunda-feira, setembro 19, 2016

Mon genre de flic

Renoir, Candice Renoir. Estado Civil: a divorciar-se. Idade: casa dos 40. 4 filhos: 2 adolescentes e um par de gémeos a caminho da adolescência. Profissão: comandante da Polícia. É a minha nova heroína. 
Encontrei a série num zapping ocasional nas férias, por sorte, logo o primeiro episódio., mas entretanto descobri que já era uma reposição. Assim que regressei do descanso merecido peguei no comando da box e vi os episódios em falta. Depois dia após dia fui acompanhando as aventuras, investigações, peripécias e vida desta comandante. A "minha Candice", como lhe passei a chamar, esteve afastada do mundo laboral 10 anos e durante esse tempo foi a mãe a tempo inteiro e acompanhou o marido por vários países. Ele sim avançou com a sua vida profissional. Quando o casamento acabou, Candice teve que, literalmente, "fazer-se à vida" e regressou à sua profissão. Estes regressos não são fáceis e num mundo em que a tecnologia avança a passos mais que largos todos os dias estar dois afastado pode ser o caos logo imaginem 10 anos. Depois há ainda os colegas novos que não são recetivos à chegada de uma nova chefia que não conhecem de lado algum e para quem olham com má cara questionando de forma irritante, é o papel deles, todas as suas atitudes, observações, questºoes e decisões. Então mas em que é que a "tua Candice" difere das outras mulhes policias e investigadoras das outras milhentas séries que dão nos diferentes canais de tv? Ora, é divertida, simpática, prática, mãe carinhosa e preocupada (ainda que, às vezes, destrambelhada), mas a grande vantagem é a forma como aplica nas suas investigações o sentido comum do dia a dia e como chega à conclusão dos casos aplicando o conhecimento diário de uma forma genial e inesperada. Além disso, é francesa e eu começo a ficar mais que farta de tanta série americana. Confesso! Deu na rtp 2 a primeira temporada inteirinha e agora sei lá quanto tempo demorará a chegar a segunda temporada. Sei que em França já transmitiram três temporadas e que cinco milhões de franceses assistiram às aventuras e desventuras da "minha Candice".
Ahhhhh é verdade e tem um vizinho que... upa... upa... É um regalo para os olhos, para os meus, vá, que para ela é muito mais que para os olhos.
Agora resta-me aguardar o regresso da minha flic preferida dos últimos tempos. Fá-lo-ei pacientemente... muito pacientemente, mas senhores da rtp, por favor, façam qualquer coisa rapidamente.

Saudações (investigadoras) virtuais





Mais info aqui

domingo, setembro 18, 2016

Blue's nails for this week #1

Vaidosa, até à última casa, que sou, pois que sou, adoro pintar "asunhas" e mudar de cor muitas vezes. Daí não poder aderir ao gel e afins pois que se torna complicado mudar de cor quase diariamente como faço por vezes. Não faltam cá por casa tons de azul para abrilhantar as extremidades dos dedos, mas esta semana a escolha foi para algo bem diferente.
 essie 67 - meet me at sunset

andreia professional - endurecedor 

Saudações virtuais

quarta-feira, setembro 14, 2016

Swimming

O regresso foi hoje. Nem de propósito foi uma boa escolha. Sem querer escolhi um dia bom. Não saber o futuro, por vezes, tem vantagens. Se eu soubesse como o dia ia acabar não teria tido grande vontade de me levantar de manhã. Muito menos uma hora mais cedo que o normal para poder ir nadar antes de ir para o estaminé dar o litro em esforço mental e físico. Como faço todos os dias. Uma pista inteira só para mim. Nadar à minha vontade, aquilo que me apetece. Com a cabeça longe dos pensamentos diários. Das preocupações, Das arrelias. Das tarefas. Das obrigações. Ali só eu e a água. Cada braçada um momento de relaxe. De descontração. De puro e total prazer. Este ano o regresso foi animado com equipamento novo. Andava com o mesmo desde há 3 anos. Mas este ano qual gaiata pequena fui à Decathlon e comprei tudo novo: fato-de-banho, touca e óculos. Em virtude da enorme perda de peso foi mesmo necessário comprar um fato novo, porque o outro estava enorme e sobrava licra por todos os lados e mais algum. Além disso, é um modelo normal que o outro era daqueles cuja parte de baixo é tipo de calções. Desta feita não preciso de nada disso. A touca e os óculos foram um bónus que dei a mim própria, porque mereço. Oras. E foi muita bom voltar e esta semana fá-lo-ei de novo. Porque este sim é o meu canto do desporto. Não é cá walking ou running. É swimming.
O meu percurso na natação começou quando tinha dez anos. E nadei muito, muito. Até aos 17 foi sempre a melhorar até chegar às classes de pré-competição do clube cá da terra. O único que havia e que ainda há. Eram treinos intensos. Muito. De manhã e ao fim do dia. Cheguei a nadar em pleno mês de outubro às 7 da manhã numa piscina descoberta em água fria. Cá na terra, à altura, não havia piscina aquecida (agora já há!). E era tão bom. Pelo convívio. Pelo treino. Pelo companheirismo que tínhamos. Mas o clube era pequeno e quando os senhores que ocupavam as cadeiras do poder perceberam que quem ia para as competições ia andar pelo país depressa substituíram os atletas preparados pelos seus próprios filhos podendo assim famílias inteiras viajar às custas do clube. e lá se foi assim a minha carreira olímpica. Enfim... O que importa é que ficou este bichinho maravilha pelo desporto que mais me atrai, me faz bem, me dispõe bem, me faz mexer e ainda por cima é fresquinho porque é dentro de água. Hoje às 8 da manhã iniciou-se uma nova fase isso foi o mais importante de todo o dia. As más notícias que chegaram no final da jornada serão superadas e tudo correrá pelo melhor. Há ter esperança e fé. E trabalhar, muito, porque sem isso não há nada para ninguém. E agora vou dormir que o dia vai longo e os músculos estão a pedir descanso. Bastante!
Saudações virtuais (aquáticas)

quarta-feira, agosto 10, 2016

Coisas qu'ouço #3

@supermercado

Moça ao telefone (25/26 anos): Ele disse que não sabe se vai fazer autópsia. Diz que ele é muito novo e que não precisa de passar por isso agora.

Silêncio de quem ouve o interlocutor.

Moça ao telefone (25/26 anos): O veterinário disse que é preferível dar-lhe uma injeção e esperar para ver o efeito e se ele melhora.

Mais silêncio.

Moça ao telefone (25/26 anos): A autópsia agora não é necessária. Ele é muito novo e não precisa de submeter-se à autópsia. É preferível a injeção.

E lá continuou nisto.

__________________________

Pensamento da Blue: Eu, que de bichos não percebo absolutamente nada de nada, diria que ele, aparentemente, é muito vivo para ser submetido à autópsia. Dêem, "mazé", a injeção ao bicho.

Saudações virtuais


terça-feira, agosto 09, 2016

Sugestões da Blue - Bem comer

Numa noite muito quente de Agosto e em plena cidade de Lisboa procurávamos um sítio para jantar. Sábado: tudo mais que cheio. Sítios chiques, sítios in, tascas típicas, restaurantes da moda; enfim, uma vasta escolha, mas tudo ou com um ar muito quente lá dentro ou demasiado cheio e com longas filas de espera. Até que em plena rua de São Paulo encontrámos a Casa Vintage. Não estava cheio e tinha uma ementa que nos agradou à leitura. Decidimos entrar. O anfitrião ofereceu-nos logo um aperitivo e enquanto nos encaminhava para uma mesa foi-nos dizendo que traria o dito aperitivo até nós. E assim foi. Seguiu-se a escolha do repasto e devo dizer que não foi fácil até porque além do que líamos tivémos oportunidade de ver passar verdadeiras iguarias à nossa frente que eram colocadas noutras mesas, o que tornou a escolha mais difícil. Mas depois de algum debate gastronómico lá nos decidimos e fizémos o pedido. Pelos nomes, soou-nos, também, a cozinha tradicional portuguesa revisitada. E, de facto, era verdade pelo que os nossos olhos iam comendo. 
Com esta coisa de ter feito a operação, hoje em dia, como muito menos e, por arrastamento, a família segue os meus passos logo entradas nem pedimos. Contudo fomos brindados com uma salada grega com uma apresentação diferente e muito, muito saborosa. Ahhh, e com rúcula, que não comi, porque não aprecio. Depois chegaram os maravilhosos repastos que estavam deliciosos não só à vista como ao palato. À vista podeis apreciar pelas fotos abaixo e quanto ao palato visitem o local que não se vão arrepender. É fresco, simpático e agradável.
Uma palavra de apreço para o serviço, cordialidade e atenção dos empregados. 
Sem dúvida um local a re-visitar!






 Sobremesa
 Bolsinha, em cortiça, onde vinha a conta
 Deixem-nos um comentário...

... e nós deixámos.


Saudações virtuais

sexta-feira, agosto 05, 2016

Parabéns, Avô João!

Hoje comemoraríamos mais um aniversário. O Teu. Não sei quantos e nem isso interessa para este dia. Seria dia de festa. Da boa. Da grande. Daquelas que só na nossa família se sabem fazer. Mimadas! Alegres! Cheias de animação e boa disposição! E, claro, com muito boa comida. As maravilhas confecionadas pela Avó e os doces da minha mãe e da minha tia. E quiçá, a minha mãe não faria um fantástico arroz-doce brindado com um belo desenho a canela, daquelas obras de arte que ainda hoje nos fascinam e para as quais ela tem tanta habilidade. Era só pedir, lembraste? Heidis, Pedros, Vickings, Abelhas-Maias era à vontade da criançada. E ainda hoje é à vontade de quem pede. :-) Ahhh e devo dizer-te que te sairam umas netas, eu incluída, e um neto que também se safam muito bem nas artes culinárias. A mesa seria ainda mais farta. Seria possível? Seria! Se calhar teríamos jantar hoje e pic-nic amanhã, como era quase sempre. Aniversário do Avô era sinal de picnicar no campo ou na praia. Era conforme os nossos apetites. E eram. e são, muitos apetites que ainda somos muitos. Este ano podia ser praia? Está tanto calor. :-)
Hoje dou-te os parabéns de cada vez que olhar para o céu (e não só), seja de dia ou de noite. Porque sei que estás a olhar por mim, por nós. Acordei contigo no pensamento e levei um enorme choque quando percebi que já lá vão 25 anos sem a tua presença física e eu ainda não me habituei à falta dela. Nunca me vou habituar, ambos sabemos. Tens mais um neto, já tem 20 anos - é um homem -, e 5 bisnetas lindas e maravilhosas. Só nascem miúdas nesta nova geração e de uma beleza, simpatia e educação da qual te orgulharias, concerteza! São a tua continuidade. Tenho tantas saudades tuas, Avô João. Temos todos que eu sei...

Eric Clapton - Tears in Heaven

Saudações virtuais



Repost

"sábado, maio 13, 2006

quinta-feira, agosto 04, 2016

Um dia... #1

... um dos teus atores preferidos vai convidar-te para um dos acontecimentos mais importantes da sua vida. Hoje é o dia!


Saudações virtuais

quarta-feira, agosto 03, 2016

Músicas de verão - 2016

Já toca na rádio desde o inverno. Janeiro/fevereiro, por aí. Não é o meu tipo de música. Mas a primeira vez que a ouvi cheirou-me a verão. Senti a areia nos pés, o sol na pele e a temperatura da água a subir por mim acima enquanto me preparo para as braçadas e mergulhos que tanto gosto de dar. Não conheço mais nenhuma música da banda e nem me dei ao trabalho de procurar. Não me despertou curiosidade. Gostei das sensações que o ritmo me transmitiu e só depois fui ler a letra. Até tem uma parte ou outra que sou eu. E tem o belo do conselho para a minha pessoa: "don't you tiptoe, tiptoe (...)". Conversa, meus caros, vou "tiptoe" para sempre que gato muito escaldado de água fria tem muito, muito medo. Ahhhhh pois é, bebés! E, claro, eu nem sou uma  animal person logo, "portantos" e afins está tudo dito. Voltando à música e numa palavra: diverte-me! E o facto de me ter transmitido o cheiro a verão em pleno inverno foi mais que meio caminho andado para me fazer sorrir. O verão é sol, calor, mar, descanso, esplanada, bebidas frescas, margaritas, sangria, sommersby, churrascos, convívio e música bem disposta e, por ora, escolho esta. Quiçá, outras virão...

Cake by the Ocean - DNCE


Saudações virtuais

terça-feira, agosto 02, 2016

Foi à inspeção

E, de repente, passaram-se 4 anos desde que mudei de carro e começou a faina da ida à inspeção e hoje foi o dia da 1ª do meu "Necoca". Lá dei às luzes, aos piscas, mostrei triângulo e colete, lá vi o meu fiel amigo a dar saltinhos, e lá o senti a abanar por todo o lado. No final: Aprovado! Voltamos daqui a 2 anos ao mesmo local para novo exame. Ou então sai-me o euro-milhões, ou encontro uma situação profissional mais estável, e compro outro mais do meu agrado. Até lá: siga para a estrada que temos autorização oficial para circular pelo mundo! :-)

Saudações virtuais

segunda-feira, agosto 01, 2016

Julho foi mais fácil e tranquilo, porque...


..., qual prisioneira numa cela fechada só com as grades a separar-me do mundo real e da luz do sol, todos os dias fui riscando um até à cruz final. Até à da libertção total. Até à Liberdade e ao encontro com a Paz de espírito e física.


Saudações virtuais

domingo, julho 31, 2016

De dias felizes e memórias inesquecíveis

À Ângela, à Eva, à Patrícia (minha eterna BFF), ao Renato, ao Valter e à D. Manuela (normalmente não coloco aqui nomes, mas abro uma exceção para pessoas especiais, muito especiais)


Se um dia me tivessem dito que iria trabalhar com crianças e adolescentes e iria adorar teria rido na cara das pessoas e fechado ali o assunto. No entanto, a experiência aconteceu e foi das mais gratificantes que vivi até hoje. Tudo começou há cerca de 5 anos numa tarde de setembro. Uma entrevista, para uma vaga repentina, e zás o lugar ficou para mim. Juntei-me a uma equipa já existente onde já estavam a minha Ângela e a minha Eva. Eram para aí uns 50 putos, a partir dos 10 anos. Aquilo que ao príncípio me pareceu a maior confusão do mundo e um cenário caótico depressa entrou na ordem assim como rapidamente aprendi os nomes de todas aquelas criaturas com quem me passaria a cruzar todas as tardes. Sim, era um part-time mal pago e a recibos verdes, mas para quem tinha estava há 3 anos em casa a procurar trabalho foi uma benção dos Céus. 

Passaram por lá vários colegas, mas os citados acima foram os que realmente me marcaram. Foram as minhas pessoas nos momentos mais complicados e foram também as minhas pessoas nos momentos mais felizes. Foi com eles que aprendi muito do que ali fiz e foi com eles que construi o projeto onde nos orgulhámos, e muito, de trabalhar. 

Depois há as inúmeras crianças e jovens que passaram pela minha vida nestes anos. Todos diferentes e todos especiais. Uns mais especiais que outros. É inevitável. Há gente mais pequena que se transformou em gente maior e que um dia serão adultos que ficarão para sempre no meu coração azul. E não há como não falar do "Grupo das Malucas" no qual a minha afilhada mais nova também está inserida. Miúdas lindas e puras. De muito bom coração. Com princípios, valores e amigas dos seus amigos. Atentas e críticas qb. Espetaculares. São as que espero nunca se esqueçam de mim, porque eu sei que jamais me esquecerei delas e da boa influência que tiveram na minha vida.

E há esta sensação de saber que influenciei, pelo menos uma centena, de vidas de miúdos e jovens que por se terem cruzado comigo levam um pedaço da minha pessoa com eles. A bem ou a mal eu estive presente na vida deles. Apliquei castigos, ajudei nos trabalhos de casa, dei explicações, joguei ao uno, "ao nomes-países", "ao olho do c*", cantei no singstar, fiz castelos na areia, dei mergulhos na praia, escorreguei para a piscina, fiz noitadas e dei a mão às mais pequenas quando tinham medo do mar que mal lhes passava os tornozelos. Ahhh foi bom, foram momentos muito bons que para sempre marcarão a pessoa em que me tornei depois desta experiência.

Mas tudo tem um fim e a minha colaboração com os mais novos terminou na sexta-feira, 29 de julho de 2016. E, infelizmente, tenho que dizer: Graças a Deus que acabou. Mas afinal se foi tudo tão bom, porque é que ficas aliviada com o final, Blue? Porque há cerca de um ano para cá as premissas mudaram, a equipa foi praticamente toda alterada, a minha presença passou a ser secundária e eu pude dedicar-me com mais cuidado e atenção a um outro projeto da instituição para onde trabalho e do qual também gosto muito, mas noutra área. Passei a estar a meio gás com os mais novos, mas sempre atenta principalmente porque "as minhas " ainda lá estavam e muito reclaramaram a minha presença que tentei sempre manter. O mais que pude. Mas a nova equipa parecia saída de um filme de bruxas más, de gente que só veio baralhar, estragar e fazer mal a algo bom. Fui-me afastando e após as férias da Páscoa deste ano pedi, sim pedi, à minha chefia direta para largar aquela valência da instituição até porque trabalho numa outra não me faltava. Já não estava identificada com nada do que ali se passava: métodos de estudo (quais?), desarrumação (péssimo quando se trabalha com malta nova), gritaria sem necessidade (quando não é isso que os educa); enfim, aquilo além de já não ter as minhas pessoas ficou caótico e as queixas das "minhas meninas" não paravam de chegar a mim. Devido aos poucos recursos humanos existentes comunicaram-me que teria de ficar até ao fim de julho. E fiquei, porque as chefias falam mais alto e porque, esta minha chefia em questão, merece todo o meu respeito e consideração. Não bati o pé e fiz o sacrifício de acompanhar o enterro de de algo que um dia foi bom. e ouvi muitas queixas de gente nova que encaminhei sempre para quem de direito e a quem disse sempre "vão falar com a bruxa e digam-lhe isso". (Claro que não usava a palavra bruxa, certo? Só a uso aqui.) E moças e moços lá andavam cansadas e fartas "daquilo" como passaram a chamar ao sítio para onde iam diariamente após as aulas. 

Se por um lado estou aliviada, porque já não havia qualquer identificação com o projeto, por outro estou triste porque ali vivi momentos extraordinários. Mas os tempos mais recentes foram sendo cada vez piores e a bagunça ao nível de organização de atividades e de espaço atingiu proporções inimagináveis. Eu, que não sei trabalhar no meio da desorganização, andava desesperada com a chegada do final do mês de julho. Chegou, finalmente! É triste que algo de bom se tenha transformado em algo de mau. Mas agora estou livre para outros voos e para outros projetos. Aquele fica nas mãos em que fica. A ver vamos, neste caso, como diz o cego. Já não tenho que me preocupar. Mesmo!


Foi-me oferecido, por um dos meus meninos, há dois anos. Anda sempre comigo e vai marcar para sempre estes anos de alegria.

Saudações virtuais



sexta-feira, junho 24, 2016

Parem o mundo, já disse!



Hoje dei um pulo da cama. Logo a mim que me custa tanto acordar às 6h25 diariamente apesar de ser a minha rotina diária desde há 3 anos. Deitei-me na tranquilidade do "não" e acordei com as palavras do jornalista que me informou da turbulência do "sim". Gosto tanto de ser europeia. A minha costela britânica está de luto (costela que eu criei com a vida, porque fisicamente não a tenho).
Agora a Escócia e a Irlanda do Norte vão querer sair do RU para entrar na UE. Mas antes temo pelas batalhas campais que, eventualmente, poderão acontecer. Que tristeza que as pessoas estejam a virar ao ódio e à intolerância. Que tristeza!

Eu não sou deste mundo e já no último post tinha pedido para pararem para eu sair e eu continuo a querer sair deste mundo. Porque não fui educada para isto, não fui de todo. 

A Europa está de luto e eu com ela...

Saudações virtuais muito tristes, muito tristes mesmo... 

terça-feira, junho 14, 2016

Podem parar o mundo que eu quero sair aqui

Quatro dias. Quatro dias de descanso. De lazer. De convívio em família. Com amigos. De praia. De passeio. De boa disposição. De boa comida. Pouca que agora sou um pisco a comer. De futebol, que um Euro é sempre um Euro (e amanhã é que começa a festa mais a sério). Enfim, quatro dias que tinham tudo para correr bem e para ter muitos mais sorrisos. E muitos mais não teve porquê? Porque com tudo o que têm, de bom e de mau, as redes sociais invadem-nos a vida e as notícias nas televisões também. Bem sei que, por defeito da minha pessoa e de profissão, tenho necessidade de estar sempre informada e em cima dos acontecimentos, mas, por vezes, não seria melhor desligar tudo? Será que na ignorância viveríamos melhor? 
Quando peço que o mundo pare e me deixem sair acrescento que me deixem ir com as minhas pessoas e sigam neste mundo louco aqueles que querem ir mais longe e sabe-se lá até onde. Eu, confesso, fico triste com as realidades diárias que me entram pelos olhos dentro e é por isso que quero sair e já. Senão vejamos:

- há pessoas que assistem a uma cena de sexo, num local público, na qual há uma criança sentada mesmo ao lado. E que fazem essas pessoas? Um filme, segundo consta de 11 (Onze!) minutos, que depois publicam no tutubo. Mas ninguém se lembrou de chamar as autoridades e fazer queixa daqueles dois que não souberam arranjar um quarto e ainda por cima tinham uma menor mesmo ao lado a ver tudo? Mas que raio de pessoas são estas que apenas se preocupam em filmar e esquecem-se de denunicar uma situação tão grave quanto esta? Bem, pessoas é força de expressão, mas não encontro outra palavra para os designar. Quer dizer encontro, no entanto não me apetece asneirar de momento.

- Aqui há uns anos estava numa roda de amigos (amigos à época; desconhecidos hoje em dia), em casa de uns deles, e eis que o dono da casa debita estas horrendas palavras: "por mim era assim: encostavam-se os gays todos a um muro e com uma rajada de metralhadora dava-se cabo deles". Na altura senti uma chuva intensa saltar-me dos olhos e apenas consegui balbuciar: "obrigada, acabaste de me tirar uma série de Amigos. Não tenho mais palavras". Permaneci calada o resto do serão e não me fui embora, por respeito a quem tinha dado boleia e porque uma dessas pessoas tinha feito milhares de quilómetros para estar connosco. Nunca mais voltei aquela casa. O radicalismo, qualquer que ele seja, dá comigo em doida. Fiquei em choque com a crueldade com que aquelas palavras foram proferidas assim a frio. Este fim-de-semana um tarado entrou numa discoteca, em Orlando, nos States, e com várias rajadas diparou e matou e feriu várias pessoas da comunidade gay. Além do choque de toda esta situação as minhas meórias transportaram-me para aquele serão em casa daquelas pessoas. Caramba, eu já conhei "aquela" pessoa e sei que "aquela" pessoa existe. Bolas! Que dor e que desilusão. Que crueldade!!! Que bestas!!! Então mas agora, como diz o meu Vicente Alves do Ó, não se pode ter liberdade religiosa ou liberdade de amar quem se quer pois corremos o risco de levar com um balázio na testa disparado por um louco psicopata e outras coisas que tais? A canção dizia "somos livres", mas parece-me que não somos, porque as nossas escolhas podem fazer com a nossa saída deste mundo seja precoce, trágica e do mais injusta possível. 
Estou em choque com a frieza, a crueldade e loucura que prolifera por este mundo que, efetivamente, começo a ter de concordar é realmente do mais cruel que há.
É isto: podem parar o mundo que eu quero sair aqui. Não estou preparada para mais crueldade e mais desumanidade. Não estou!



Saudações virtuais

terça-feira, abril 19, 2016

Das minhas bandas sonoras#1

Música, música, música. Não passo sem. Ao meu lado há sempre uma telefonia a tocar, um cd, um leitor de mp3, uma televisão sintonizada na rádio ou um concerto de um artista ou banda das minhas preferências. Já aqui escrevi bastante sobre aquelas de que mais gosto. Houve um mês inteiro dedicado às músicas da minha vida, aquelas que de uma forma ou outra me deixaram marcas, boas ou menos boas. Mas tantas ficaram de fora que enfim... um mês é pouco para as tantas e tantas músicas de que gosto a valer. Hoje caíram-me estas no prato das memórias.

Groovy Kind of love - Phil Collins

Losing my Religion - R.E.M.

I've Got You Under My Skin - Frank Sinatra

Três canções completamente distintas. Três memórias especiais. Três músicas daquelas que nunca deixarei de ouvir, porque são parte de mim. Outras haverá. Outros dias para as recordar também. 

Saudações virtuais

sábado, março 26, 2016

180º depois

(o maior testamento que alguma vez publiquei aqui. Ou bem que escrevo ou bem que não escrevo. E só lê quem quer, ora!)

Foi há precisamente um ano. Um ano com um dia a mais. Passaram, portanto, 366 dias. A minha vida mudou radicalmente. A qualidade então nem se fala. Há um ano eu tomava, diariamente, medicação para a diabetes e para a hipertensão. Era gorda, muito gorda. Hoje não tenho problemas em dizê-lo: pesava 104 kgs. Tempos houve em que pesei 112 kgs. Tinha vergonha de dizer estes números em voz alta. Quanto mais escrevê-los. Os gordos têm vergonha de dizer o seu peso. Eu tinha, sempre o assumi, e não dizia a ninguém. Dizia em casa. Aos meus pais. E chegava. Mais ninguém precisava de ter conhecimento desse número que me envergonhava, do qual me envergonhava e que eu não conseguia combater apenas com alteração dos hábitos alimentares e com a inclusão de desporto na minha vida. Ah sabia também a minha Dra Patrícia que comigo travava a minha luta contra a obesidade. A obesidade que teimava em perserguir-me e em não largar-me, por mais que eu me esforçasse. A vida de um gordo que quer perder peso, e não consegue, é complicada. Muito complicada. Posso falar deste assunto com verdadeiro conhecimento de causa. Porque é uma causa que conheço muito bem. Não foi uma luta da vida inteira. Mas foi uma luta árdua e complicada dos últimos vinte anos da minha vida. Tenho 45 logo é só fazer as contas, como dizia o outro.

Verdade seja dita que comer é algo de que gosto muito. Tenho a sorte de viver numa família onde a Arte de bem cozinhar impera. E herdei esse dom, o que não ajuda nada nestes processos. Contudo, as minhas semanas eram passadas acompanhada de comida saudável com direito a um disparate por semana. Unzinho apenas, nem mais nem menos. Nem eram os doces, mas os salgados; aiiii, os salgados é que davam cabo de mim. E neste estômagozinho cabia sempre mais um bocadinho. A minha amiga SLR apelidava-me de “Paquita”, porque eu comia a minha dose e ainda ia rapar as travessas dos outros. Impressionante, é verdade! Agora brincamos e dizemos que “A Paquita morreu”. Sim, ainda gosto de comer, no entanto nadfa das quantidades dos antigamentes. Sim, a minha vida mudou, já o disse lá em cima.

Quando surgiram as primeiras cirurgias bariátricas em Portugal eu quis logo ser submetida a uma. E encontrei mais um um inimigo: as famosas e horrorosas listas de espera. Passei por vários hospitais públicos na esperança de que alguma equipa percebesse a gravidade do meu caso. Não bastava ser obesa, mórbida, nos últimos 13/14 anos surgiram também a hipertensão e a diabetes. Tudo associado o excesso de peso. Portanto, como eu costumava dizer, eu era “uma bomba com pernas” que a qualquer momento podia ter a bela da entrevadinha e puf ou, com sorte, não puf mas viver com mais reservas do que aquelas que já tinha. Daí que diariamente tomasse um comprimido para cada uma das doenças silenciosas que me atacavam. E nem assim conseguia contornar as listas de espera.

E de lista de espera em lista de espera e de hospital em hospital andei até me decidir ficar apenas pela consulta de nutrição, pela atividade desportiva possível e aguardar os resultados. Mas num corpo cujo metabolismo tudo retem, até o ar que se respira, a luta era inglória e muito, muito complicada. Continuei a ter esperança na operação e a viver a minha vida feliz e contente. Felizmente, nunca me senti excluída da sociedade e nunca fui rejeitada por ninguém por causa do meu peso. Felizmente, os meus amios sempre o foram e nunca me descriminiram pelo meu peso. Felizmente nunca tive problemas em ir à praia e em divertir-me. Felizmente, tive uma família e uns amigos que sempre me trataram bem. Sei de casos e de pessoas que se auto-excluíram da sociedade precisamente porque não só não suportavam verem-se como eram, como ainda eram mal tratados pelos outros e descriminados. Todos sabermos que a raça humanda é cruel e má. Tive sorte ou soube rodear-me das pessoas certas, não sei. Mas sempre fui feliz e isso é bom, muito bom.

Em novembro/dezembro de 2014 tudo se alterou. Entregue a uma nova equipa médica, num hospital privado, fui com uma carta do meu endocrinologista à consulta de cirurgia geral, marcada anteriomente pelo meu médico de família, e saí de lá com uma data. Qualquer coisa de Fevereiro de 2015 seria a data em que tudo mudaria. Exames, muitos, para a preparação foi o que se seguiu. E de repente, em meados de janeiro de 2015 um telefonema: “Dona Blue, fala a assistente do Dr. Y, a sua cirurgia terá de ser adiada porque o Dr sofreu um acidente e vai ter de ser operado. Continue as preparações todas, mas agora só a 26 de março poderá ser operada”. Ia morrendo. A sério! Tanto anos à e em espera e um precalço quando tudo ia tão bem encaminhado. Depois do choque inicial, o otimismo voltou. Mais tempo para me despedir das comezainas e das festarolas que o pós-operatório seria um mundo novo (mas essa descrição fica para outro dia).

Portanto, há um ano – 26 de março 2015 - pelas nove da manhã estava numa cama de hospital prontinha e no aguardo para me levarem para o cenário onde tudo aconteceria: a sala de operações. Foi lá que o meu estômago ganhou um novo tamanho: mais pequeno e que a minha vida começou a girar até aos 180º C a que hoje chegámos. O bypass gástrico foi a melhor coisinha que me poderia ter acontecido nos últimos tempos. O pós-operatório foi algo complicado, porque havia muitas dores que suportei com a ajuda do meu grande amigo Paracetamol. Nunca cedi ao comprimido de SOS para as dores e não foi por bravura, foi sim porque, de facto, não precisei. Muitas dores, mas suportáveis. O mais dífícil foi não comer sólidos durante duas semanas. Só líquidos, numa primeira fase, e depois só papas. Como os bebés comecei tudo de novo. Mas duas semanas após a cirurgia disse adeus ao comprimido para a hipertensão e daqui a duas semanas fará um ano que essa despedida foi feita para sempre, sem direito a regressos. Este ano em janeiro disse bye bye ao comprimido para a diabetes cujas doses diárias foram diminuindo ao longo do último ano até ficarem nos mínimos para se transformarem em adeus, ó vai-te embora e nunca mais voltes.


(fonte da imagem: net)

E o peso perguntam vocês, pessoas de bem e interessadas neste testamento? O peso foi descendo gradualmente que uma pessoa com um estômago pequeno não consegue lá enfiar muita comida. Além disso reeduquei-me alimentarmente falando e faço várias refeições por dia, o que ajuda e muito neste processo. Voltei à minha natação e até já gosto de fazer algumas caminhadas, sem exageros que não sou uma sports person. Ahhhh o peso: já lá vão praticamente 25 kgs com os quais nunca mais me quero encontrar. Sinto-me saudável e continuo muito feliz. Foi fundamental ter uns pais maravilha que me apoiaram desde o primeiro minuto e que têm sido sempre, na vida em geral e sobretudo neste processo, um suporte imprescindível para que tudo tenha chegado a este bom porto e assim continue.

As minhas amizades, aquelas que verdadeiramente interessam e me interessam, também foram cinco estrelas e as palavras certas aliadas à atitudes mais corretas têm sido incontáveis.

Uma nota final para a maravilhosa equipa médica que me tem seguido e acompanhado em todo este processo: o dr. João, o dr. Francisco, o dr. Carlos e a dra. Mónica sem cujos os incentivos e conhecimentos médicos eu não teria chegado aqui.

Outro dia alguém me perguntava: “és o caso de sucesso dos teus médicos?” e eu, orgulhosamente, respondi: “sou um dos e isso é tão, mas tão bom que não há palavras que para exprimir o tamanho da minha felicidade”.

Há um ano a minha Páscoa foi em repouso e a líquidos e este ano vou voltar ao belo do cabrito temperado e confecionado pelas fabulosas da melhor mãe do mundo: a Minha. A Páscoa também foi um resuscitar para mim. Para uma vida mais saudável, muito mais sustentável e muito mais feliz.


Saudações virtuais com votos de uma Santa Páscoa

terça-feira, fevereiro 23, 2016

Pequenas grandes conquistas

Ontem: uma caminhada de uma hora. Seis quilómetros. Seguidos. Sem parar. Sempre na converseta com a minha PrimAmiga do meio, ou seja, a Braza 2.
Hoje: 30 piscinas de 25 metros cada. 750 metros seguidos dentro de água. 26 minutos. No princípio do mês precisava de meia hora, mais quatro minutos. para fazer o mesmo número de piscinas.
Grau de cansaço após cada uma das atividades: ZERO! ZERO! ZERO!
Se há um ano me dissessem que isto seria possível eu jamais acreditaria. Sabe bem, sabe tão bem. 



Saudações virtuais

*as fotos são exemplificativas e retiradas da net. Não reclamo os seus direitos de autor e se for preciso retirá-las, retiro-as.

segunda-feira, fevereiro 01, 2016

quinta-feira, janeiro 14, 2016

I think you know you''ve lost the love of your life...

Mas que raio de semana é esta? Mas que raio de ajuntamento de planetas, estrelas e afins se está a dar lá por cima? A pessoa não recupera de um e toma lá mais este que assim continuas em choque. Só que há choques maiores que outos. Fónix!!! Eu gostava mesmo do Alan Rickman. De tudo. Da interpretação, do sorriso, do sotaque, da maneira de estar. Caramba, eu era fanzaça do homem e ele, assim de repente, out of the blue, sem aviso prévio, vai-se-me atrás do outro que também não avisou. E entregue à mesma puta da mesma doença? Mas que raio vem a ser isto? Alan, não vale. Diz-me que foste só buscar o David e, de caminho, traz-me também outros como o Freddy, o Pavarotti, o Sinatra, eu sei lá. Traz os bons e venham todos fazer essa festa aqui connosco. Deixem-se de frescuras como dizem os brasileiros e voltem que estão perdoados. Enquanto não chegam eu vou ouvindo música.

Texas - In Demand 


Saudacões britânicas