Já estou a ficar habituada às traições do mês de Agosto. Esta não é uma altura do ano fácil para mim, ontem não seria um dia fácil e sábado tornou o meu domingo mais triste. Ela também era uma pessoa muito bem disposta.
É estranha, e não é, a tristeza que sinto pela morte de Raúl Solnado, mas sinto-a. Não éramos familiares, não éramos amigos e nunca sequer troquei alguma palavra com ele ou até mesmo me cruzei com ele na rua. São as memórias televisivas que me enchem agora e me fazem sorrir e rir com as actuações dele de que me vou lembrando. Sempre achei que atrás daquele fabuloso actor se encontrava um grande ser humano e pude comprová-lo nas palavras que tenho lido e ouvido nos últimos dias. Ao Raúl um grande obrigada pelos momentos que nos proporcionou: únicos e deliciosos!!! Raúl, obrigada, e agora é só continuarmos a fazer-lhe o dito favor! :-)
