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segunda-feira, setembro 21, 2009

Regras da Sensatez

De acordo com a canção que dá título a este post, da dupla Veloso/Tê, (que é a minha preferida dos dois maiores da canção em Portugal) nunca devemos voltar ao lugar onde já fomos felizes. Sempre concordei, mas, às vezes, há que subverter as regras e quando se sabe fazê-lo então o regresso pode ser muito, mas muito bom. Ouso dizer: delicioso!!! Voltei e fui felicíssima. Obrigada à excelente companhia que levei comigo por fazer parte do coração azul desta menina. :-)

Saudações virtuais

segunda-feira, abril 16, 2007

Fim-de-semana alentejano

Serpa e Vila Verde de Ficalho foram as localidades anfitriãs. Em Ficalho celebraram-se as festas anuais em honra de São Jorge e Nossa Senhora das Pazes. Ficam as fotos de três dias cheios de amizade, crianças lindas e doces, boa comida, diversão, lanzeira, moleza, gargalhada, conversa, música e muita animação.Piscina do Hotel, em Serpa (não tomámos banho que estava frio e a água ligeiramente verde lol)
Canteiro no Jardim de Serpa

Uma cegonha na torre da igreja de Vila Verde de Ficalho (será esta que vai trazer o meu sobrinho/a?)

O checksound para o grande espectáculo da noite
Procissão em honra de Nossa Senhora das Pazes e...
... São Jorge (protector dos condutores)
Entre um cântico e outro, a menina da banda aproveitou para se manter ligada ao mundo :-)Romana falou, falou, falou, falou e lá pelo meio também cantou (se se portarem bem coloco aqui um videozinho da moça)Big friends in high places, garanto-vos que nestas coisas é sempre bom estar bem relacionado e nós estávamosUm dia no campo para o belo do piquenique. Muito bom!!!!A túnica da moda à venda no meio do campo (lol). Piqueniques modernos!

Para terminar: o belo do saltinho agulha, o calçado ideal para andar pelo campo (do melhor!!!)

Saudações virtuais

domingo, fevereiro 25, 2007

Tesouros nacionais

Família. Sintra. Bom repasto. Mafra. Convento. Basílica. Monumento. Cultura. Arte. Religião. Ericeira. Mar. Pesca. Ar puro. Vento. Ondas. Água. Aldeia de José Franco. Tradições. Miniaturas. Lisboa. Bairro Alto. Amigos. Conversa. Copos. Risada. Disparates. Reencontros bons. Ponte. Margem Sul. Crianças. Ponte. Belém. Jardins. Coches. Luxo. Tradição. Realeza. Liteiras. Quadros. Fardas. Acessórios. História. Aprendizagem. Planetário. Estrelas. Constelações. Conforto. Sol. Lua. Anos luz. Estrela polar. Pontos cardeais. Lanche. Tradição. Pastéis. Conversa. Animação. Jerónimos. Igreja. Camões. Vasco da Gama. Cantos gregorianos. Ponte. Margem Sul. Ponte. Margem Norte. Regresso. Casa. Descanso.
Assim se passou mais um fim-de-semana (re)descobrindo os tesouros que estão mesmo ao meu lado e aos quais nem sempre dou a atenção devida.

Saudações virtuais

segunda-feira, outubro 09, 2006

5 dias, uma cidade: Madrid

Chegámos numa sexta à noitinha. Quatro pessoas e cerca de 600 quilómetros depois de Lisboa. Felizmente levámos companhia com visão de longo alcance e a 113 quilómetros do destino desejado ouvimos a frase mágica: “Aquele clarão ali ao fundo, à direita, é Madrid, tenho a certeza”. Vindo da pessoa mais velha do grupo achámos que aquela certeza se devia à sapiência da idade e concordámos sem conseguir esconder grandes gargalhadas e as chamadas “bocas foleiras”. Distribuição de quartos feita e instalação bem sucedida fomos ver a famosa La Movida. Para quem não conhecia, como eu, foi o deslumbre. Muito movimento, muita gente, muita descontracção, muitos estilos diferentes, muita diversão, muitas conversas, muitos idiomas diferentes e muita bebida. Copos enormes com rum e limão ou com vodka e limão. Fantástico! Se não conseguem visualizar então imaginem o Bairro Alto, mas a uma escala mega-hiper superior.

Dia 1

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Visita ao Palácio Real de Espanha. Vale a pena! Tectos fabulosos, peças extraordinárias e os primeiros Stradivarius que vi ao vivo e a cores. Que honra! Adoro o som de um violino e estar perante estas obras-primas foi magnífico! Ainda vimos a mesa (que dá para 150 pessoas) onde o nosso Presidente da República iria jantar na segunda-feira seguinte. Depois desta visita e de admirar muitos dos espectaculares edifícios maravilhosamente recuperados das calles madrilenas regressámos ao hotel para descansar. O movimento que testemunhámos revelou-nos que algo de especial e diferente se passava naquelas ruas. A rua do hostal estava inundada de uma mancha humana e a música bombava de um palco colocado praticamente em frente à nossa varanda. Quando subimos aos quartos e acendemos a televisão tudo foi explicado. Madrid recebeu pela primeira vez, naquela noite, la noche en blanco. Uma iniciativa cultural que abriu as portas dos museus até de madrugada, responsável pelo encerramento ao trânsito de algumas ruas (Gran Via incluída) e que conferiu à cidade uma cor e um movimento muito surpreendentes. Aguardámos impacientemente os restantes quatro elementos do grupo que apenas viajaram neste dia. Lá chegaram para grande alegria nossa. Jantámos no Circus: nooddles muito bem cozinhadas e com acompanhamentos ao gosto de cada um. Depois seguimos para a movida, não todos, mas quase, que o cansaço não perdoa.

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Dia 2

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Alvorada às 11 (10 h em Portugal). Depois do desayuno tomámos o nosso rumo. Destino: Rastro. O que é? Um mercado típico, o Rastro está para Madrid como a Feira da Ladra esta para Lisboa e acho que fica tudo explicado. E como um mercado é um mercado não há muito mais a acrescentar. Almoço? Konopizza e acho que a foto diz tudo. Ao final da tarde muda-se o rumo e seguimos todos para o Retiro, um grande parque no meio da cidade com um lago enorme onde se podem dar umas voltinhas em barcos a remos. Oportunidade ainda para assistir a um mini-concerto de djambes e bombos. Diz quem sabe que quando o tempo está bom juntam-se ali algumas dezenas de improvisadores e músicos e o espectáculo é um luxo. Estava fresco nesta tarde de domingo. Ainda assistimos a uma entrega de prémios de pintura de um concurso que tinha havido durante a tarde sob a temática do parque. Um local muito agradável para um final de dia numa cidade movimentada e cheia de ritmo. Seguiram-se umas belas pastas no Wagaboo. Aqui assistimos à confecção em directo das massas que depois encantaram os nossos olhos e os nossos estômagos. E de seguida, nada de novo, a movida chamava por nós a plenos pulmões e para não a desiludirmos lá fomos dar mais um ar da nossa graça e dançar até os pés e o corpo pedirem descanso.

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Dia 3

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A responsabilidade laboral fez com que um dos elementos deste animado grupo regressasse a Lisboa. E o nosso quarto ganhou um novo hóspede. Reduzidos a sete, mas nem por isso menos animados iniciámos um périplo cultural. Com ânimo, boa disposição e energia fizemos todo o Paseo do Prado e só parámos à entrada do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia. Na ala dedicada ao grande Pablo Picasso eis que nos deparámos com a magnitude e a monstruosidade que é a Guernica. Confesso que não sou grande fã deste pintor (a não ser na sua fase de impressionista), mas este quadro corta a respiração a qualquer um principalmente se nos lembrarmos da sua temática. Também nesta ala pudemos observar diversos estudos desta obra como cabeça de cavalo ou mulher a chorar com filho morto nos braços. Neste museu foi possível ainda admirar obras do não menos grande Miro e de Dali entre outros pintores e escultores mais modernos e contemporâneos cujas obras nos encantaram mais ou não, consoante os gostos de cada um. Com uma vigilância apertadissíma foi dificílimo tirar algumas, fotos mas como fazemos parte do grupo “os melhores” conseguimos trazer alguns registos como recuerdo. Cerca de três horas depois de termos entrado no Museu saímos em direcção à estação da Atocha. Merece ser visitada esta estação, é uma verdadeira estufa com variadissímas espécies diferentes de árvores e plantas. Um encanto! Com uma refeição tomada em pela selva urbana continuámos o nosso passeio por ruas secundárias que nos deram a conhecer mais alguns edifícios muito bem recuperados e cujos nossos olhos se regalaram a observar. Ao fim da tarde dividimo-nos em três grupos, porque havia interesses diferentes em jogo e “amigo não empata amigo”. O reencontro deu-se à hora do jantar e o destino foi o Bazaar. Sobre este restaurante alguns reparos: decoração fashion e ambiente encantador, mas o conceito (amiga E. esta palavra é especialmente para ti) nouvelle cuisine levado ao limite deixou-nos a pensar que aquilo não passavam das entradas. Valeram-nos as sobremesas que eram fantásticas, nomeadamente a da Sister San tão bem descrita aqui. Depois fomos abanar os corpos para a movida, porque não queríamos deixar os nossos créditos por mãos alheias. Grande notícia do dia para nuestros hermanos: Dona Letizia embaraçada outra vez! Foi a loucura nos telejornais espanhóis.

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Dia 4

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O dia JM, mas sobre isso já eu disse muito nestes posts e confesso que muito mais haveria para dizer. Dia calmo e tranquilo: primeiro, porque estávamos estafados dos dias anteriores e segundo, porque se avizinhava uma noite muito agitada. Foi o dia das lojas e das compras e pouco mais. Depois de um jantar de pitta shoarma e de uma mini-viagem de Metro lá fomos para o CONCERTO. Após este grande evento o quarto do hostal e a cama eram os locais mais desejados. Eu ainda tive a sorte de receber uma maravilhosa massagem nos pés (obrigada!) que me embalou para uma excelente noite de sono.

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Dia 5

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O derradeiro dia de férias. Tralha dentro das malas e contas feitas, mas ainda tempo para passear. Depois de comer a bela da paella tempo para um saltinho ao Museo Nacional del Prado. Enquanto o primeiro grupo de viajantes se colocou a caminho de Portugal, três resistentes ainda ficaram mais umas horinhas em terras madrilenas. Um dos resistentes foi ver lojas e eu e a E. lá fomos ver “As Meninas” de Vélasquez. Com pouco tempo é impensável imaginar que se pode ver muita coisa num museu com um espólio tão vasto como o Prado. Digamos que espreitámos alguma coisa e abrimos o apetite para outra visita com mais tempo. O primeiro piso ainda teve a nossa atenção com algum detalhe, mas no segundo procurámos apenas as obras mais emblemáticas e tivémos de ir embora. “As Meninas” de Velásquez e a “Madja desnuda” e a “Madja vestida” de Goya ficaram nas nossas memórias e no registo fotográfico. É que ao contrário das regras do outro Museu, neste as fotos não são proibidas e o limite é a imaginaçao. De regresso ao hostal e à companhia do nosso terceiro elemento dirigim-nos ao nosso meio de transporte e apanhámos a estrada que nos trouxe para os caminhos da nossa terra.

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Foram cinco dias interessantes, fantásticos e que deixaram muita vontade de voltar. O regresso está prometido, qualquer dia marca-se. Afinal são só seis horas de viagem e a gasolina até é mais barata do lado de lá da fronteira.

Saudações virtuais

NB – Obrigada Sister San pelos links (grande parte)!

sexta-feira, setembro 22, 2006

Hasta la vista, babies!

Cariñas e cariños,

Por causa deste senhor vou conhecer esta cidade. Planos há muitos e espero ter tempo para os concretizar todos. E o grupo de companheiros de jornada já sabe as coreografias e as letras de cor e salteado. Aqui deixo um cheirinho daquilo que vai ser a noite da próxima terça-feira no Palacio de Deportes Comunidad de Madrid.


Saudaciones virtuales

NB - Prometo contar tudinho depois with details.

Ah, a quem se perguntar sobre o menino Andrew, está tudo aqui.